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Bandido finge estar armado e rouba quatro postos de combustíveis no mesmo dia em MT

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf) prenderam em flagrante na tarde desta terça-feira (21) D.S.P., de 20 anos, por roubo tentado e consumado, em continuidade delitiva. O acusado vinha aterrorizando o comércio de Várzea Grande nos últimos dias.

D. era suspeito do roubo cometido contra duas promotoras de vendas da Amtu. Na tarde de segunda-feira, ele abordou uma promotora de venda que estava em seu posto de trabalho, um ponto de ônibus em frente a uma agência da Caixa Econômica Federal, na Avenida Filinto Muller, no Centro de Várzea Grande.

Ele colocou a mão na cintura, demonstrando estar armado, e anunciou o roubo ordenando que a vítima entregasse o dinheiro da venda de cartões telefônicos. Temendo por sua vida, em uma reação desesperada a vítima saiu correndo e pediu socorro em uma lanchonete próxima, impedindo que o roubo se consumasse.

Não se contentando em não ter consumado o roubo, o criminoso foi até outro ponto de ônibus, na mesma avenida, e rendeu outra promotora de venda, da mesma forma anterior. Ameaçando a vítima, ele ordenou que ela entregasse o dinheiro e fugiu levando R$ 396,55 da venda de cartões de transporte coletivo.

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Outros roubos

De acordo com as investigações da Derf de Várzea Grande, o suspeito é reincidente na prática de roubos. Somente no último sábado, 18 de setembro, ele praticou quatro roubos, sendo três contra postos de combustíveis localizados nas Avenidas Alzira Santana, Júlio Campos e Filinto Muller utilizando o mesmo modus operandis. Ele chegava aos locais, colocava a mão na cintura demonstrando estar armado e rendia os operadores de caixa ordenando que entregassem o dinheiro.

Além dos três postos de combustíveis, no sábado ele roubou uma farmácia na Avenida Ari Leite de Campos, no Jardim Itororó, quando também rendeu o caixa do estabelecimento e mandou que entregasse o dinheiro.

Na Delegacia, ele relatou que recebeu no ano passado cinco parcelas do auxílio emergencial e atualmente está desempregado. Afirmou ser usuário de maconha e cocaína e, ao ser indagado o que fez com os valores levados nos seis roubos praticados, disse que entre sábado e terça-feira gastou o dinheiro com bebida, mulheres e droga.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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