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Bandidos invadem casa no interior de MT para roubar e atiram em casal

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Criminosos invadiram uma residência na madrugada deste domingo (12) e deixaram duas pessoas feridas durante o que foi registrado como roubo.
O caso foi registrado no bairro Residencial Florença, na cidade de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá), conhecida como “capital do nortão”.

Informações da Polícia Militar apontam que os agentes foram acionados na madrugada, por volta da 1h30, para atender a um chamado de pessoas feridas por arma de fogo.

No local, verificaram que havia um homem, 54 anos, e uma mulher, 43 anos, caídos ao chão com marcas de disparo pelo corpo.

De imediato, os militares acionaram os agentes do Corpo de Bombeiros para levarem as vítimas ao hospital. Diante da situação, os policiais acionaram reforços para verificar se os suspeitos ainda estavam na residência.

Contudo, ao realizar as buscas, os militares não localizaram os criminosos na casa e realizaram então um cerco na região.

Os bandidos não foram localizados. Na casa, os militares encontraram 23 munições intactas dentro de um armário no quarto das vítimas e outras 6, também não utilizadas, dentro de um carro na garagem.

Após as vítimas serem encaminhadas ao Hospital Regional, os policiais recolheram os materiais localizados e encaminharam para a delegacia, onde foi registrado um boletim de ocorrência por tentativa de homicídio.

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O caso será investigado pela Polícia Civil. Não foi informado o que foi roubado na casa.

 

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Advogado morreu por denunciar esquema em Sindicato de Cuiabá

A informação foi revelada nesta terça-feira (9) pelo delegado Marcelo Gomes de Oliveira, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

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Antônio Padilha estava em seu carro, com a esposa, quando foi surpreendido pelos executores, em 2019.

A morte do advogado Antônio Padilha de Carvalho, em dezembro de 2019, foi encomendada devido uma denúncia feita pela vítima, que era advogado do Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de Cuiabá (Sintramm), apontando desvio de verbas por membros da diretoria.

A informação foi revelada nesta terça-feira (9) pelo delegado Marcelo Gomes de Oliveira, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), após cumprir os quatro mandados que prenderam dois mandantes do crime, um intermediário e uma pessoa acusada de obstruir as investigações. As prisões são temporárias.

“A vítima era fundadora do sindicato e, junto a um grupo de funcionários descontentes, havia proposto uma ação para destituir a diretoria, após ser descoberto um esquema de desvio de dinheiro”, revelou o delegado.

Carvalho foi morto seis dias antes da audiência. “A morte intimidou, deixou as pessoas com medo. Tanto que destitiram da ação após a morte, a denúncia perdeu força”, apontou.

Os presos devem responder por homicídio qualificado e a audiência de custódia está prevista para esta quarta-feira (10).

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A defesa de Adinaor Farias, ex-presidente do sindicato, disse que espera que a Justiça entenda pela soltura dele. Do contrário, entrará com pedido de habeas corpus. Disse que Adinaor é inocente, que sempre se colocou à disposição das investigações e que foi preso indevidamente.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados dos outros presos nem como o sindicato. O crime aconteceu no dia 4 de dezembro de 2019. Carvalho e a esposa estavam de carro e pararam em um semáforo no cruzamento entre a Rua Benedito de Camargo com a Avenida Dante Martins de Oliveira, no Jardim Leblon, em Cuiabá.

Uma moto com dois ocupantes emparelhou com o veículo e um dos suspeitos disparou cinco vezes, acertando a vítima na cabeça, pescoço e tórax. A esposa foi atingida por estilhaços.

Ainda conforme o delegado, o crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, foi descartado desde o início das investigações, já que não havia nenhum objeto de valor no veículo e nada foi levado.

“Imagens, como foi revelado no começo das investigações, mostravam que Carvalho havia sido seguido desde casa até o local do crime”, disse. A Operação Chapeiros contou com a participação de 30 policiais e equipes da Gerência de Operações Especiais (GOE).

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