CUIABÁ

GANGUE DO ROLEX

Bandidos levam relógio de R$ 125 mil de empresário em praça de Cuiabá

O assalto ocorreu próximo a Praça Santos Dumont, na Avenida Getúlio Vargas, quando a vítima se aproximava para almoçar no Baronês.

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POLÍCIA

Vítima afirma que bandido estava em uma moto com uma mochila de entrega. FOTO - Ilustrativa

O empresário Ricardo Arruda teve seu relógio da marca Rolex e uma pulseira roubados por um criminoso no começa da tarde desta sexta-feira (6), no centro de Cuiabá.

O assalto ocorreu por volta de 13h, próximo a Praça Santos Dumont, na Avenida Getúlio Vargas. O relógio é avaliado em R$ 75 mil e a pulseira, em R$ 50 mil.

O empresário relatou que estava indo almoçar no Restaurante Baronês e estacionou o carro na rua lateral da praça. “Quando eu desci, ele [criminoso] encostou com a moto, sacou uma pistola e exigiu o relógio e a pulseira”, disse.

Segundo o empresário, o assaltante estava em uma moto preta, vestia uma camisa branca e uma calça jeans e segurava uma bolsa de entrega nas costas.

“Logo que ele saiu, eu fiquei olhando para tentar anotar a placa da moto. Ele percebeu e voltou a sacar a arma, mas eu corri para dentro de um estabelecimento”, disse.

Ricardo ainda vai registrar um boletim de ocorrência do roubo e pedir as imagens da câmera de segurança da região.

Gangue do Rolex

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Na última semana surgiram relatos de que bandidos em motocicletas têm abordado motoristas de carros luxuosos e exigido que eles entreguem, principalmente, seus relógios Rolex.

O delegado Guilherme de Carvalho Bertoli, da Delegacia de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf), afirmou, contudo, que oficialmente apenas um roubo consumado foi registrado, além de Ricardo.

Neste outro caso, a vítima teve o relógio levado em um assalto no trânsito. Outro registro policial dá conta ainda de uma ocorrência de tentativa de roubo, que não se consumou.

Ambas estão em apuração para se chegar à identificação dos envolvidos. O delegado declarou que todo crime cometido, após o registro formal do boletim de ocorrência, a Polícia Civil inicia diligências com o escopo de identificar autoria do crime e tomar as providências legais cabíveis.

Exatamente por isso, o delegado ressaltou a importância do registro da ocorrência em todos os fatos praticados, tentados ou consumados.

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POLÍCIA

“Pai” é suspeito de auxiliar no aborto do filho em MT e jogar feto em lixeira

O suspeito foi autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto, mas a perícia pode apontar novos rumos para o caso

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A mulher de 42 anos, que abortou, segue com quadro hemorrágico e internada. Policia investiga seu consentimento ou não com a morte e descarte da criança.

Um homem, suspeito de auxiliar ou induzir o aborto do próprio foi preso, hoje (5), em Lucas do Rio Verde (333,2 Km). O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil após a comunicação feita pelo hospital São Lucas, onde uma mulher de 42 anos chegou em estado gravíssimo, após ser socorrida pela guarda municipal.

Na unidade médica, foi constatado que ela havia sofrido um aborto. De acordo com o delegado Eugênio Rudy, a médica que fez o atendimento questionou o marido da mulher sobre o local onde estaria o feto. Inicialmente, o suspeito disse que não havia bebê, porém, após insistência da médica, acabou revelando que o feto havia sido jogado em uma lixeira.

“A médica determinou que ele fosse até o local onde tinha deixado a criança. Ele foi, pegou o corpo da criança e levou para o hospital. Ou seja, foi o próprio autor quem levou até o hospital o corpo dessa criança”, afirmou o delegado.

Inicialmente, o homem disse em depoimento que não sabia que a mulher estava grávida e nega qualquer auxílio ou indução ao aborto. “Ele negou, mas a fala dele não nos convenceu. Existem lacunas que demonstram indícios de que ele auxiliou ou provocou esse aborto, provavelmente, com consentimento da gestante. Essa é a nossa primeira tese”, comentou o Eugênio.

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Segundo o delegado, algumas testemunhas foram ouvidas e a Polícia Civil não descarta a hipótese de que a criança tenha sido colocada ainda com vida em uma sacola plástica e deixada na lixeira. “Foi possível extrair que, quando foi colocada na sacola, ela se mexeu. Houve movimentos por parte desta criança. O que nos leva a crer que estava viva. Isso sendo comprovado pela perícia, sairemos de aborto, que é o crime que estou imputando nesse momento, para o crime de homicídio”.

O delegado ainda lamentou a situação e destacou que se trata de um fato gravíssimo. “É uma investigação que a gente não queria fazer porque mexe com a gente. Estamos consternados. Não é fácil investigar essa situação”.

O suspeito foi levado para a delegacia municipal e autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto. Em seguida, passará por audiência de custódia, que definirá se responderá ou não em liberdade. A mulher segue internada com hemorragia no hospital São Lucas. Segundo a Polícia Civil, não há registros de violência doméstica entre o casal.

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