CUIABÁ

TRISTEZA

Bebê de dois meses morre sufocado em MT enquanto mamava em mãe

Segundo o pai da criança, a esposa amamentava o filho quando, em dado momento, acabou dormindo e quando acordou o pior já tinha ocorrido

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A genitora, de 20 anos, entrou em estado de choque e teve de receber ajuda médica

Um bebê, de apenas dois meses e 20 dias de idade, morreu, neste domingo (12), enquanto mamava no peito da mãe, no bairro Jardim Paiaguás III, em Rondonópolis (216 km de Cuiabá), e se afogou.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o episódio foi registrado por volta de 00h40 da madrugada. No local, foi constatado que uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estava presente.

Ainda conforme a PM, os socorristas disseram que encontraram o bebê já sem vida. Segundo o pai da criança, a esposa amamentava o filho quando, em dado momento, ela acabou dormindo.

Algum tempo depois, ela foi acordada por outro filho do casal, quando também percebeu que o bebê estava morto.  Diante da situação, uma equipe do Samu foi solicitada pela família.

A Polícia Civil também esteve no local. Por conta do seu estado de choque, a mãe da criança teve que ser encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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