CUIABÁ

EXECUÇÃO

Câmera flagra assassinato de rapaz de 22 anos no interior de MT

Wellington e o amigo tentam sair correndo, para fugir dos tiros, mas eles são atingidos e caem na calçada. O amigo sobreviveu

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Os dois amigos estavam parados em uma rua, quando foram surpreendidos por dupla de criminosos

Wellington Thiago Cunha, de 22 anos, foi assassinado a tiros na tarde de terça-feira (14), na frente de um estabelecimento comercial no bairro Vila Mariana, em Cáceres (225 km de Cuiabá). O amigo dele – identidade não divulgada – foi baleado e encaminhado ao hospital.

O crime foi registrado por volta das 17h20, na Rua dos Macucos. Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação. Conforme a gravação, é possível ver as vítimas em uma moto parada perto da calçada.

Um deles salta da moto e procura, ao que parece, algum defeito no veículo. Em determinado momento, quando se arrumavam já para sair, chegam dois homens – também ainda não identificados – em uma motocicleta e se aproximam da vítima.

O bandido que estava na garupa saca uma arma de fogo e começa a atirar. Wellington e o amigo tentam sair correndo, para fugir dos tiros, mas eles são atingidos e caem na calçada. Em seguida, os criminosos fogem em alta velocidade.

Equipes do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar foram acionadas. No local, os militares constataram o óbito de Wellington. Já o amigo dele, foi encaminhado com vida ao Hospital Regional. O atual estado de saúde dele não foi divulgado.

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica esteve na cena do crime e deu início aos trabalhos de investigação. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde passará por exames de necropsia.

Ainda não se sabe a motivação do crime. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso.

Veja a cena:

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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