CUIABÁ

PRESO NA CABINE

Caminhoneiro cai em córrego e morre afogado no interior de MT

O caminhão se desgovernou e, ao cair no local, ficou de cabeça para baixo com o motorista ficando preso em sua cabine.

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Apesar do volume de água do local não ser tão grande, posição que o caminhão parou foi fatal para a vítima.

O caminhoneiro Adilson Theodoro, de 51 anos, morreu afogado na noite de ontem (30), depois que seu veículo caiu em um córrego. O caso ocorreu em Sinop (a 498 km de Cuiabá).

De acordo com informações da Polícia Civil, Adilson estava trafegando em uma estrada de chão, que é utilizada para fazer um desvio na MT-423, que atualmente está interditada.

Em determinado momento, enquanto passava por um aterro, o motorista perdeu o controle e saiu da pista. Desgovernado, o veículo caiu no córrego e afundou.

O caminhão ficou de cabeça para baixo e o motorista acabou preso em sua cabine, que acabou alagada. O Corpo de Bombeiros foi acionado e precisou de mergulhadores para conseguir retirar Adilson.

Assim que concluíram o trabalho, os bombeiros constataram que o trabalhador já estava morto. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e a Politec foi chamada para realizar a perícia no local.

O acidente é investigado pela Polícia Civil.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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