CUIABÁ

CHOQUE VIOLENTO

Carreta e carro pegam fogo após bater e três morrem em MT

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia duas vítimas na carreta e duas no veículo de passeio.

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Ambos veículos pegaram fogo, devido a violência do choque

Três pessoas morreram e uma ficou ferida no início da tarde desta sexta-feira (20) em um grave acidente envolvendo uma carreta e um carro na BR-158, em Barra do Garças (a 511 km de Cuiabá).

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia duas vítimas na carreta e duas no veículo de passeio. As três vítimas fatais morreram carbonizadas.

A suspeita é que o condutor do carro invadiu a pista contrária, causando uma colisão frontal com a carreta. Ambos veículos foram jogados para as margens da pista.

A violência da batida fez com que tanto a carreta quanto o carro começassem a pegar fogo, e o Corpo de Bombeiros de Barra do Garças foi acionado para conter o incêndio.

No entanto, quando as equipes chegaram ao local, as chamas já haviam consumido os veículos e as vítimas haviam sido carbonizadas. O único sobrevivente foi um homem que estava como passageiro na carreta.

Segundo a PRF, a vítima, que foi arremessada do veículo maior após a colisão com o carro, foi encaminhada ao hospital com diversos ferimentos.

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Ainda não se sabe as identidades das vítimas fatais e nem o sexo, já que elas foram carbonizadas. Politec e Bombeiros atuaram também na ocorrência.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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