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Com facada no pescoço, filho mata pai que sofria de Alzheimer em MT

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O idoso João Dias Macedo, de 83 anos, foi assassinado pelo filho, de 52, na tarde de ontem (25) em Rondonópolis (a 216 quilômetros de Cuiabá).

Conforme apurou a reportagem, o crime aconteceu durante uma briga entre a vítima e a esposa, no Bairro Residencial Paraíso.

A mulher, que testemunhou o crime, contou aos policiais que o marido sofria de alzheimer e, por volta das 11h, ele teria começado a ofendê-la. Até aquele momento as agressões foram apenas verbais.

Em seguida, a testemunha teria ido até a Delegacia da Mulher para pedir orientação sobre o caso. Quando ela retornou para casa, o marido retomou a discussão e partiu para agressão física.

O filho do casal presenciou as agressões e, transtornado, segundo o boletim de ocorrência, pegou uma faca e golpeou o pai na região do pescoço.

A equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, mas apenas constatou a morte do idoso.

Segundo a testemunha, o filho sofre de epilepsia e toma várias medicações. Ele apresentava lesões nos braços direito e esquerdo e no peito, do lado esquerdo.

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As lesões teriam sido causadas durante o embate entre pai e filho. O suspeito foi encaminhado para a delegacia. A Polícia Civil investiga o crime.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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