CUIABÁ

AGONIA FINALIZADA

Desaparecido há quatro dias, homem é achado em terra indígena de MT

Drones luminosos do Corpo de Bombeiros foram avistados pelo homem, que seguiu os aparelhos e acabou encontrando os militares.

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Resgatado tem problemas psicológicos, o que intensificou a preocupação de familiares.

Após quatro dias desaparecido, um homem identificado como Jesuel Evangelista Oliveira, de 43 anos, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros na noite de ontem (21) na terra indígena Jarudore (Ti), em Poxoréu (263 km de Cuiabá).

De acordo com informações da família, Jesuel desapareceu no sábado (18) ao sair em direção ao Rio Vermelho. Ele deixou a casa portando uma mala com roupas dentro.

Os militares iniciaram as buscas na manhã de terça-feira (21), após serem acionados pelo Centro Integrado de Operações (Ciosp).

A preocupação maior da família era que ele tem problemas psicológicos e isso o deixa mais vulnerável. A equipe de resgate encontrou pegadas na região em que a vítima teria desaparecido e foi refazendo sua trilha.

O Corpo de Bombeiros disponibilizou quatro militares e quatros drones na área onde o desaparecimento aconteceu, rapidamente encontrando Jesuel.

Amigos e familiares também ajudaram nas buscas, que não pararam nem no período da noite. Os drones dos bombeiros possuem câmeras que permitem a identificação pela temperatura do ambiente e por contrastes térmicos.

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E foi graças aos equipamentos voadores que Jesuel foi resgatado. Ele seguiu os sinais luminosos e acabou encontrando os militares.

Conforme os bombeiros, ele estava debilitado e desorientado, mas não precisou de atendimento médico. Os familiares o conduziram para sua residência, e informaram que ele passa bem.

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“Pai” é suspeito de auxiliar no aborto do filho em MT e jogar feto em lixeira

O suspeito foi autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto, mas a perícia pode apontar novos rumos para o caso

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A mulher de 42 anos, que abortou, segue com quadro hemorrágico e internada. Policia investiga seu consentimento ou não com a morte e descarte da criança.

Um homem, suspeito de auxiliar ou induzir o aborto do próprio foi preso, hoje (5), em Lucas do Rio Verde (333,2 Km). O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil após a comunicação feita pelo hospital São Lucas, onde uma mulher de 42 anos chegou em estado gravíssimo, após ser socorrida pela guarda municipal.

Na unidade médica, foi constatado que ela havia sofrido um aborto. De acordo com o delegado Eugênio Rudy, a médica que fez o atendimento questionou o marido da mulher sobre o local onde estaria o feto. Inicialmente, o suspeito disse que não havia bebê, porém, após insistência da médica, acabou revelando que o feto havia sido jogado em uma lixeira.

“A médica determinou que ele fosse até o local onde tinha deixado a criança. Ele foi, pegou o corpo da criança e levou para o hospital. Ou seja, foi o próprio autor quem levou até o hospital o corpo dessa criança”, afirmou o delegado.

Inicialmente, o homem disse em depoimento que não sabia que a mulher estava grávida e nega qualquer auxílio ou indução ao aborto. “Ele negou, mas a fala dele não nos convenceu. Existem lacunas que demonstram indícios de que ele auxiliou ou provocou esse aborto, provavelmente, com consentimento da gestante. Essa é a nossa primeira tese”, comentou o Eugênio.

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Segundo o delegado, algumas testemunhas foram ouvidas e a Polícia Civil não descarta a hipótese de que a criança tenha sido colocada ainda com vida em uma sacola plástica e deixada na lixeira. “Foi possível extrair que, quando foi colocada na sacola, ela se mexeu. Houve movimentos por parte desta criança. O que nos leva a crer que estava viva. Isso sendo comprovado pela perícia, sairemos de aborto, que é o crime que estou imputando nesse momento, para o crime de homicídio”.

O delegado ainda lamentou a situação e destacou que se trata de um fato gravíssimo. “É uma investigação que a gente não queria fazer porque mexe com a gente. Estamos consternados. Não é fácil investigar essa situação”.

O suspeito foi levado para a delegacia municipal e autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto. Em seguida, passará por audiência de custódia, que definirá se responderá ou não em liberdade. A mulher segue internada com hemorragia no hospital São Lucas. Segundo a Polícia Civil, não há registros de violência doméstica entre o casal.

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