CUIABÁ

FIM DA FESTA

Em meio a festival de pesca, jovem de 21 anos leva tiro e morre em MT

Segundo a Polícia Civil, o jovem estava perto do palco durante o festival, quando acabou baleado. Ele chegou ser socorrido.

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Polícia ainda reúne informações e aprofunda investigação para entender o caso.

João Felipe da Luz Roma, de 21 anos, foi morto a tiros na madrugada desta segunda-feira (30), durante um show do 7º Festival de Pesca de Acorizal (62 km de Cuiabá). Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a Polícia Civil, o jovem estava perto do palco durante o festival, quando acabou baleado. Uma ambulância do hospital da cidade fez o resgate e o levou até uma unidade de saúde, mas a morte foi confirmada horas depois.

A Perícia Oficial e identificação Técnica (Politec) e a Polícia Civil foram acionadas e deram início aos trabalhos. O corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá para os exames de necropsia.

Ainda não há informações sobre quem efetuou o disparo ou suas motivações. Existe a hipótese, inclusive, que João não fosse o alvo do tiro, mas que eventualmente tenha sido atingido por bala perdida. A Polícia Civil investiga o crime.

 

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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