CUIABÁ

USUÁRIO DE DROGAS

Filho confessa ter matado mãe e convivido com corpo 13 dias em MT

Ao ser ouvido pelo delegado, Bolívia revelou que matou a mãe no dia 13 de maio, durante uma discussão, quando estava sob o efeito de drogas

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POLÍCIA

Eracy de Campos, de 71 anos, atuou no Pronto-Socorro de Cuiabá por 39 anos.

Investigado por matar a própria mãe e manter o corpo dela em casa por quase duas semanas, o usuário de drogas Luiz Fernando Januário, 33, foi preso ontem (26), pela Polícia Civil. “Bolívia”, como é conhecido, é apontado como assassino de Eracy de Campos, de 71 anos. O crime aconteceu no apartamento onde eles moravam, no bairro Jardim Aeroporto, em Várzea Grande.

O homem se entregou na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi interrogado pelo delegado Hércules Batista Gonçalves e confessou o crime. Ele deverá responder pelo homicídio da mãe, que foi servidora do antigo pronto-socorro de Cuiabá por 39 anos.

Ao ser ouvido pelo delegado, Bolívia revelou que matou a mãe no dia 13 de maio, durante uma discussão e que estava sob o efeito de drogas no momento dos fatos. O delegado representou pela prisão preventiva do suspeito ao Poder Judiciário. Conforme a Polícia Civil, há vários dias os moradores do local reclamavam de um forte odor no prédio.

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Após observar de qual apartamento vinha, a síndica questionou Luiz Fernando, que respondeu que a mãe estaria em viagem. Os moradores então acionaram Polícia Militar na manhã de ontem (26), que foi impedida pelo filho da vítima de averiguar o local. Em seguida, ele saiu do apartamento e a equipe entrou e encontrou o corpo da vítima em cima da cama, em estado avançado de decomposição.

A casa também estava toda revirada, Bolívia, que seria filho adotivo, estaria vendendo os móveis da residência.

Luto

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá lamentou o óbito e informou que Eracy trabalhava como técnica de enfermagem efetiva no antigo PS, onde atuou na Central de Material e Esterilização – CME. Ela se aposentou em outubro do ano passado.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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