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Garota dorme com ficante e é estuprada pelo padrasto dele em Cuiabá

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Uma jovem, de 25 anos, foi estuprada, na madrugada deste domingo (19), enquanto dormia na casa de um ficante, no bairro Nova Canaã 1, em Cuiabá. O crime foi cometido pelo padrasto do rapaz, que foi flagrado pelo enteado cometendo o crime após a vítima gritar por socorro. Ele conseguiu fugir.

Vítima contou que estava com o rapaz, com quem se relaciona há alguns dias e depois de terem ido para uma festa na casa de uma familiar dela, os dois foram para a casa onde ele mora com a mãe e o padrasto.

Ele colocou um colchão na sala, onde a vítima foi dormir e que depois de um período juntos, o rapaz saiu e a deixou dormindo. Por volta das 4h, ela acordou com um homem sem roupas a estuprando. Ela começou a gritar e ainda assim, o agressor continuou o crime.

Cômodo estava escuro e a vítima não conseguia saber quem era o homem, quando ela gritou mais alto, o rapaz com quem ela se relaciona entrou na sala e flagrou o crime, que estava sendo cometido pelo marido de sua mãe, seu padrasto.

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Assim que ele chegou, o homem vestiu as roupas e fugiu do local. Polícia foi acionada, fez rondas belo bairro, mas não localizou o agressor. Vítima foi encaminhada para a Delegacia da Mulher, onde o caso foi registrado.

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Advogado morreu por denunciar esquema em Sindicato de Cuiabá

A informação foi revelada nesta terça-feira (9) pelo delegado Marcelo Gomes de Oliveira, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

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Antônio Padilha estava em seu carro, com a esposa, quando foi surpreendido pelos executores, em 2019.

A morte do advogado Antônio Padilha de Carvalho, em dezembro de 2019, foi encomendada devido uma denúncia feita pela vítima, que era advogado do Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de Cuiabá (Sintramm), apontando desvio de verbas por membros da diretoria.

A informação foi revelada nesta terça-feira (9) pelo delegado Marcelo Gomes de Oliveira, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), após cumprir os quatro mandados que prenderam dois mandantes do crime, um intermediário e uma pessoa acusada de obstruir as investigações. As prisões são temporárias.

“A vítima era fundadora do sindicato e, junto a um grupo de funcionários descontentes, havia proposto uma ação para destituir a diretoria, após ser descoberto um esquema de desvio de dinheiro”, revelou o delegado.

Carvalho foi morto seis dias antes da audiência. “A morte intimidou, deixou as pessoas com medo. Tanto que destitiram da ação após a morte, a denúncia perdeu força”, apontou.

Os presos devem responder por homicídio qualificado e a audiência de custódia está prevista para esta quarta-feira (10).

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A defesa de Adinaor Farias, ex-presidente do sindicato, disse que espera que a Justiça entenda pela soltura dele. Do contrário, entrará com pedido de habeas corpus. Disse que Adinaor é inocente, que sempre se colocou à disposição das investigações e que foi preso indevidamente.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados dos outros presos nem como o sindicato. O crime aconteceu no dia 4 de dezembro de 2019. Carvalho e a esposa estavam de carro e pararam em um semáforo no cruzamento entre a Rua Benedito de Camargo com a Avenida Dante Martins de Oliveira, no Jardim Leblon, em Cuiabá.

Uma moto com dois ocupantes emparelhou com o veículo e um dos suspeitos disparou cinco vezes, acertando a vítima na cabeça, pescoço e tórax. A esposa foi atingida por estilhaços.

Ainda conforme o delegado, o crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, foi descartado desde o início das investigações, já que não havia nenhum objeto de valor no veículo e nada foi levado.

“Imagens, como foi revelado no começo das investigações, mostravam que Carvalho havia sido seguido desde casa até o local do crime”, disse. A Operação Chapeiros contou com a participação de 30 policiais e equipes da Gerência de Operações Especiais (GOE).

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