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Garoto de 13 anos é espancado, afogado em poça e morre em MT

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Marcelo Augusto Fidelis Portugal, adolescente de 13 anos de idade, foi espancado até a morte neste domingo (20), em Ipiranga do Norte (455 km de Cuiabá). O suspeito pelo crime foi preso e confessou ter atingido o menino com golpes de garrafa de uísque. Além disso, ele também afogou a vítima em uma poça d’água.

De acordo com a  Polícia Civil, a Polícia Militar foi informada durante a manhã deste domingo (20) sobre a localização do corpo do adolescente. No local, os agentes encontraram a vítima caída na poça, já morta. Os militares isolaram o local.

Ainda conforme a corporação, o adolescente apresentava muitas lesões, possivelmente provocadas por pauladas e pedradas. O principal suspeito já foi preso pela Polícia Militar e confessou ter participado do crime.

Aos agentes, ele disse que agrediu Marcelo com uma garrafa de uísque. Em seguida, ele ainda o afogou na poça de água onde ele foi encontrado. O suspeito foi preso e encaminhado para a Delegacia de Sorriso, onde deve responder por homicídio.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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