CUIABÁ

INCONSEQUÊNCIA COLETIVA

Grupo faz festinha em motel de MT, não paga conta e PM prende homem

A conta totalizou R$ 737,00 e os envolvidos pagaram só R$ 400. O pai de um encerrou a dívida, mas a confusão seguiu

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Honda Civic do homem que foi conduzido à Delegacia também foi retido

A funcionária de um motel, em Rondonópolis (215 km ao Sul), precisou chamar a polícia para clientes que não tinham dinheiro para pagar a conta. Além do débito, o grupo estava causando desordem no local, na madrugada deste domingo (12).

Conforme informações, o grupo de homens e mulheres chegou ao local por volta das 19h de sábado (11). Já na madrugada deste domingo (12), eles fecharam a conta, porém, um dos clientes alegou não ter dinheiro para pagar.

A conta totalizou R$ 737,00 e os envolvidos pagaram só R$ 400. Em meio a confusão, o pai de um dos homens chegou ao local e encerrou o entrevero pagando o restante. Contudo, um cliente mais alterado disse que ficaria no quarto, mesmo sem ter dinheiro para o pernoite.

A funcionária negou a solicitação e o homem passou a dizer que não iria embora porque teria que dirigir bêbado. A atendente chamou a polícia, que foi ao local e deteve o acusado. Ele foi levado para a delegacia e o carro Honda Civic recolhido.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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