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Idoso é amarrado, espancado e tem aposentadoria roubada em MT

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Um homem de 75 anos, identidade não revelada, foi espancado durante um roubo, na tarde de terça-feira (14), na casa onde mora, no município de Colíder (650 km de Cuiabá). Os autores do crime, ainda não identificados, não foram encontrados.

A situação aconteceu por volta das 13h.

Segundo informações locais, a vítima estava sozinha em casa quando os dois criminosos chegaram e anunciaram o assalto.

Armados com um revólver, os bandidos amarraram a vítima e exigiram dinheiro e objetos de valor. A vítima estava com R$ 700, que era de sua aposentadoria. Tudo foi levado pelos bandidos.

Durante o crime, o idoso foi amarrado e espancado pela dupla.

A Polícia Militar chegou a ser acionada e fez buscas na região, mas nenhum deles foi encontrado.

O caso foi registrado na delegacia e deverá ser apurado pela Polícia Civil. (Com informações ColíderNews|)

 

 

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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