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VELOCIDADE FATAL

Influencer bate na traseira de carro com moto de alta cilindrada e morre em MT

A moto pilotada pelo homem ficou parcialmente destruída. Bruno era influencer e tinha um canal no Instagram e YouTube

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A morte do rapaz, de 33 anos, foi confirmada ainda no local da colisão

Bruno Pinto Leôncio, de 33 anos, morreu após bater uma moto de alta cilindrada que conduzia na traseira de um carro na MT-140, nas proximidades do município de Vera, a 486 km de Cuiabá. O caso ocorreu na tarde do último sábado (7). O condutor do carro disse que a vítima vinha em um veículo atrás do seu, quando a batida aconteceu.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a situação foi no momento que o motorista do veículo atingido estava vindo de Santa Carmem em direção a Vera. Em determinado momento, o condutor da moto, que aparentava estar em alta velocidade, bateu na parte de trás do carro e fez um dos pneus do lado esquerdo estourar.

A vítima perdeu o controle do veículo e saiu fora da pista. Membros da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram os primeiros trabalhos investigativos. A morte de Bruno foi confirmada ainda no local do acidente.

A moto pilotada pelo homem ficou parcialmente destruída. Bruno era influencer e tinha um canal no Instagram e YouTube, em que junto com demais pessoas, postava diversos vídeos relacionados a pessoas que gostam de motos e outros assuntos.

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O velório da vítima está marcado para a madrugada desta segunda-feira (9) em Sinop, onde ele morava. Diversos amigos lamentaram a morte dele nas redes sociais.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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