CUIABÁ

APENAS 24 ANOS

Jovem bate de frente com SW4 e morre na Estrada do Moinho em Cuiabá

Conforme relatos de testemunhas, a jovem seguia na motocicleta sentido centro quando teria perdido o controle, invadindo a pista contrária

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POLÍCIA

Vítima fatal do acidente tinha apenas 24 anos de idade. Condutora da caminhonete saiu ilesa. FOTO - PHDNews

Uma jovem identificada como M.R., de 24 anos, morreu na noite de ontem (29), após bater a motocicleta que conduzia de frente com uma caminhonete Toyota SW4 na Avenida Jornalista Archimedes Pereira, conhecida como Estrada do Moinho, em Cuiabá.

O acidente foi registrado por volta das 19h, nas proximidades do bairro Pedregal. Conforme relatos de testemunhas, a jovem seguia na motocicleta sentido centro, quando teria perdido o controle, invadido a pista contrária e batido de frente com a caminhonete.

Com o impacto, M.R., morreu na hora. Uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Médico Móvel de Urgência) foi acionada e constatou o óbito da condutora.

Já na caminhonete, uma mulher que estava na direção saiu ilesa ao acidente. Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local do acidente e deram início aos trabalhos de apuração.

O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde passará por exames de necropsia. A motorista da caminhonete foi submetida ao teste do bafômetro que deu zero para consumo de álcool.

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Um inquérito deverá ser instaurado pela Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran) para apurar o caso.

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POLÍCIA

“Pai” é suspeito de auxiliar no aborto do filho em MT e jogar feto em lixeira

O suspeito foi autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto, mas a perícia pode apontar novos rumos para o caso

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A mulher de 42 anos, que abortou, segue com quadro hemorrágico e internada. Policia investiga seu consentimento ou não com a morte e descarte da criança.

Um homem, suspeito de auxiliar ou induzir o aborto do próprio foi preso, hoje (5), em Lucas do Rio Verde (333,2 Km). O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil após a comunicação feita pelo hospital São Lucas, onde uma mulher de 42 anos chegou em estado gravíssimo, após ser socorrida pela guarda municipal.

Na unidade médica, foi constatado que ela havia sofrido um aborto. De acordo com o delegado Eugênio Rudy, a médica que fez o atendimento questionou o marido da mulher sobre o local onde estaria o feto. Inicialmente, o suspeito disse que não havia bebê, porém, após insistência da médica, acabou revelando que o feto havia sido jogado em uma lixeira.

“A médica determinou que ele fosse até o local onde tinha deixado a criança. Ele foi, pegou o corpo da criança e levou para o hospital. Ou seja, foi o próprio autor quem levou até o hospital o corpo dessa criança”, afirmou o delegado.

Inicialmente, o homem disse em depoimento que não sabia que a mulher estava grávida e nega qualquer auxílio ou indução ao aborto. “Ele negou, mas a fala dele não nos convenceu. Existem lacunas que demonstram indícios de que ele auxiliou ou provocou esse aborto, provavelmente, com consentimento da gestante. Essa é a nossa primeira tese”, comentou o Eugênio.

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Segundo o delegado, algumas testemunhas foram ouvidas e a Polícia Civil não descarta a hipótese de que a criança tenha sido colocada ainda com vida em uma sacola plástica e deixada na lixeira. “Foi possível extrair que, quando foi colocada na sacola, ela se mexeu. Houve movimentos por parte desta criança. O que nos leva a crer que estava viva. Isso sendo comprovado pela perícia, sairemos de aborto, que é o crime que estou imputando nesse momento, para o crime de homicídio”.

O delegado ainda lamentou a situação e destacou que se trata de um fato gravíssimo. “É uma investigação que a gente não queria fazer porque mexe com a gente. Estamos consternados. Não é fácil investigar essa situação”.

O suspeito foi levado para a delegacia municipal e autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto. Em seguida, passará por audiência de custódia, que definirá se responderá ou não em liberdade. A mulher segue internada com hemorragia no hospital São Lucas. Segundo a Polícia Civil, não há registros de violência doméstica entre o casal.

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