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Mulher acorda ‘bêbada’ em hospital, agride funcionários e ainda urina no local

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Uma mulher de 34 anos, nome não divulgado, encontrada inconsciente em uma conveniência de Alta floresta (803 km da Capital), socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Regional Albert Sabin, Avenida Ariosto da Riva, na noite de domingo (25), acordou na unidade de saúde, causou confusão, agrediu os servidores e ainda urinou no local.

De acordo com a imprensa local, os bombeiros foram acionados para socorrer a mulher por volta das 23h. Ela teria ficado desacordada devido ao alto consumo de bebidas alcoólicas. Foram prestados os primeiros socorros na rua e a paciente encaminhada ao hospital.

Após os primeiros atendimentos na unidade de saúde, a mulher teria acordado ainda bêbada, muito agressiva, xingando os funcionários.

A acusada teria arrancado o ‘acesso’ do soro e começado a sangrar. Muito exaltada, começou a andar pelos corredores do hospital procurando por uma determinada médica, a qual teria tido ‘problemas’ em um Pronto-Socorro da Família (PSF). Ela chegou a agredir uma enfermeira.

Aos gritos, entre a mulher repetia que ‘ali’ não teria pessoas qualificadas para lhe atender.

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Em outro circunstância, a ‘paciente’ disse que iria urinar, então, foi para frente do hospital, abaixou as calças e fez sua necessidade.

Esse momento foi registrado em vídeo. As imagens mostram a mulher abaixada na frente do hospital e uma funcionária da unidade chamando a atenção dele, porém, a acusada se levanta subindo as calças e, supostamente, ameaçando a servidora, que corre por medo de ser agredida.

Ao tentar entrar novamente no hospital, dizendo precisar usar o banheiro, a agressora foi impedida por um segurança, então partiu para cima dele, o atingiu com um soco e ainda gritava que iria acionar a polícia e a TV.

Diante de toda confusão e agressões, a Polícia Militar (PM) foi acionada, deteve a acusada e a encaminhou à Delegacia de Polícia Civil, onde foi ouvida pelo delegado de plantão e tomadas as providências cabíveis.

 

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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