CUIABÁ

SEXTOU E DEU RUIM

Mulher de 52 morde pênis e manda parceiro sexual pra hospital em MT

A mulher foi encaminhada para o Cisc e depois para a Delegacia da Polícia Civil, para prestar esclarecimentos.

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Nem a vítima, tampouco a agressora conseguiu explicar a motivação do ato. FOTO - Alessandro Oliveira\ Agora MT

Uma mulher de 52 anos foi presa na noite da última sexta-feira (25) após morder o pênis do parceiro, de 56 anos, enquanto mantinham relações sexuais, em um hotel de Tangará da Serra (a 243 quilômetros de Cuiabá).

Conforme o boletim de ocorrência, os militares foram acionados, inicialmente, para atender um caso de esfaqueamento.

Ao chegar ao local, os proprietários do hotel disseram aos policiais que uma mulher havia ferido um homem em um dos quartos.

Ainda no quarto, a mulher assumiu que enquanto mantinha relações íntimas com a vítima mordeu o seu órgão genital, causando um ferimento.

Segundo o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) o ferimento não foi grave, no entanto, a vítima precisou ser encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento para receber cuidados médicos.

A vítima, que estava consciente quando a Polícia chegou, contou que estava com a mulher em um bar perto da rodoviária consumindo bebidas alcoólicas, quando decidiram ir para o hotel.

Não foram revelados detalhes sobre a motivação da agressão. A mulher foi encaminhada para o Cisc e depois para a Delegacia da Polícia Civil, para prestar esclarecimentos.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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