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Personal trainer que estuprou aluna de 12 anos no nordeste, é preso em MT

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A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Sinop (447 quilômetros de Cuiabá) prendeu, ontem (06), um personal trainer, de 27 anos, por estupro de vulnerável, em Pio XII, município do estado do Maranhão.

Ele foi condenado a 11 anos de prisão por ter estuprado uma menina de 12, que era sua aluna, em uma academia e também no motel da cidade. O criminoso foi pego em uma empresa onde trabalhava como armazenista.

Em 2018, ele foi condenado pela justiça maranhense a 11 anos e oito meses de reclusão em regime fechado, mas ganhou direito de apelar em liberdade. Contudo, uma nova decisão judicial no curso do processo ordenou sua reclusão e ele estava foragido. Segundo o relatado, o estupro contra a menina foi consumado.

O homem negou as acusações e disse que, à época, era personal trainer da garota e que ela entrou em contato por telefone para paquerá-lo. O primeiro estupro ocorreu no piso superior de uma academia, que não era muito utilizada.

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Depois, ele cometeu o mesmo crime em um motel da cidade.  Segundo detalhamento do processo, a garota ficou com traumas e tentou suicídio. Ao ser abordado pelos policiais, o procurado não ofereceu resistência, sendo encaminhado para a delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

 

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“Pai” é suspeito de auxiliar no aborto do filho em MT e jogar feto em lixeira

O suspeito foi autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto, mas a perícia pode apontar novos rumos para o caso

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A mulher de 42 anos, que abortou, segue com quadro hemorrágico e internada. Policia investiga seu consentimento ou não com a morte e descarte da criança.

Um homem, suspeito de auxiliar ou induzir o aborto do próprio foi preso, hoje (5), em Lucas do Rio Verde (333,2 Km). O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil após a comunicação feita pelo hospital São Lucas, onde uma mulher de 42 anos chegou em estado gravíssimo, após ser socorrida pela guarda municipal.

Na unidade médica, foi constatado que ela havia sofrido um aborto. De acordo com o delegado Eugênio Rudy, a médica que fez o atendimento questionou o marido da mulher sobre o local onde estaria o feto. Inicialmente, o suspeito disse que não havia bebê, porém, após insistência da médica, acabou revelando que o feto havia sido jogado em uma lixeira.

“A médica determinou que ele fosse até o local onde tinha deixado a criança. Ele foi, pegou o corpo da criança e levou para o hospital. Ou seja, foi o próprio autor quem levou até o hospital o corpo dessa criança”, afirmou o delegado.

Inicialmente, o homem disse em depoimento que não sabia que a mulher estava grávida e nega qualquer auxílio ou indução ao aborto. “Ele negou, mas a fala dele não nos convenceu. Existem lacunas que demonstram indícios de que ele auxiliou ou provocou esse aborto, provavelmente, com consentimento da gestante. Essa é a nossa primeira tese”, comentou o Eugênio.

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Segundo o delegado, algumas testemunhas foram ouvidas e a Polícia Civil não descarta a hipótese de que a criança tenha sido colocada ainda com vida em uma sacola plástica e deixada na lixeira. “Foi possível extrair que, quando foi colocada na sacola, ela se mexeu. Houve movimentos por parte desta criança. O que nos leva a crer que estava viva. Isso sendo comprovado pela perícia, sairemos de aborto, que é o crime que estou imputando nesse momento, para o crime de homicídio”.

O delegado ainda lamentou a situação e destacou que se trata de um fato gravíssimo. “É uma investigação que a gente não queria fazer porque mexe com a gente. Estamos consternados. Não é fácil investigar essa situação”.

O suspeito foi levado para a delegacia municipal e autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto. Em seguida, passará por audiência de custódia, que definirá se responderá ou não em liberdade. A mulher segue internada com hemorragia no hospital São Lucas. Segundo a Polícia Civil, não há registros de violência doméstica entre o casal.

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