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Polícia procura homem acusado de abusar de deficiente mental em MT

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Um homem de 46 anos está sendo procurado pela Polícia Civil após ser acusado de estuprar uma mulher de 30 anos com deficiência mental. O fato foi registrado nesta segunda-feira (03), em um assentamento rural no município de Campo Verde (130 km de Cuiabá).

Dentro de suas limitações, a vítima conseguiu relatar à família que o homem pagava em suas partes íntimas e ainda lhe mostrava o órgão genital. De acordo com as informações da Polícia Civil, o caso foi registrado pela mãe da mulher.

Segundo ela, a filha lhe relatou que o suspeito teria “pegado” nela e lhe mostrado suas partes íntimas. Mas, pelo fato do homem ser muito conhecido da família e da filha dizer coisas sem sentido por conta da doença, a mãe não acreditou no que a vítima estava dizendo, mas manteve o alerta.

Com isso, passaram a observar o comportamento do suspeito. Dias depois, a família da vítima descobriu que ele contou à esposa que a traiu com uma mulher, no curral do sítio onde trabalhava, que é o sítio da família da vítima. Foi aí que a mãe da vítima acreditou no crime, já que a filha costumava ficar no curral.

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Segundo relatos da vítima, ela contou que o suspeito a agarrava, pegava em seus seios e abaixava sua calça para mostrar a genitália para ela. O suspeito foi procurado, mas ainda não foi ouvido. O caso está sendo investigado.

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Emanuel dá prazo pra Wellington decidir a vida e se coloca como plano B

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), defendeu, nesta segunda-feira (21) que o grupo político que tem se formado no entorno de uma possível candidatura ao Governo do Estado, encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL), estabeleça um prazo para o congressista definir, de uma vez por todas, se será ou não candidato.

Para Pinheiro, que se coloca como “plano B” para assumir a chapa, em caso de uma recusa de Wellington, o ideal seria o senador bater o martelo até o próximo dia 15 de março. “Eu quero estabelecer isso [prazo]. Porque a minha prioridade é Cuiabá, mas eu estou pensando em conversar com ele e dar um prazo até dia 15″, disse.

O gestor reconhece que Fagundes é o nome ideal para o momento, mas pressiona que não dá para esperar pra sempre. “Ele é o consenso entre nós, ele agrega todas as forças e traz forças novas agora, como essa que ele trouxe com o presidente [Jair] Bolsonaro, que é muito forte em Mato Grosso”, falou o emedebista.

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Emanuel disse que, sobre sua candidatura, já levou a hipótese até para sua família. “Estou pensando seriamente. Até conversei em casa. Não podemos… É um absurdo o que está acontecendo no estado hoje e não termos uma proposta alternativa de um novo modelo de gestão para o estado de Mato Grosso”, criticou.

Emanuel ainda disse que se não assumir a cabeça da chapa, outro possível nome a ser lançado pelo grupo é o do ex-deputado federal Nilson Leitão. Pinheiro aproveitou a oportunidade para criticar a atual gestão do governo de Mato Grosso. Segundo ele, a intenção é lançar um nome que rompa com a atual gestão.

“[Queremos um] modelo de gestão de um líder que lidere, que tenha prazer em liderar, que tenha respeito pela sociedade, que seja humilde, que dialogue com todos, que priorize e trate com respeito os servidores públicos, que converse com respeito com o comércio. Que olhe para o setor produtivo de forma diferente e não apenas como instrumento para se arrecadar, como um segmento importante para o desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda, que se compadeça com a injustiça social que existe em Mato Grosso”, afirmou.

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Além de Emanuel, outra força política que tem grandes chances de compor em um projeto Wellington para o Palácio Paiaguás é a família Campos, de Jayme e Júlio, que nunca se deram e vêm aturando, há tempos, o atual governador Jayme Campos. Fagundes ainda teria um estreito relacionamento na campanha com Leitão, no norte, reforçaria ainda mais sua base no sul com José Medeiros (PODEMOS), que trabalha para concorrer ao Senado Federal pelo grupo, bem como teria a liderança de Jair Bolsonaro ao seu lado, em todo estado.

Wellington, contudo, segue sonhando em ser o candidato a senador dentro do grupo de Mendes, contrariando o próprio presidente, bem como Emanuel, Medeiros e praticamente todos que estão à sua volta, atualmente. O veterano, entretanto, crê que, freando Neri Geller (PP), nenhum outro projeto o ameaçaria em sua reeleição.

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