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Policial acerta tiro na perna de colega de farda durante ocorrência em MT

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Um policial militar atirou acidentalmente na perna de um colega de farda enquanto os dois atendiam uma ocorrência de violência doméstica, ontem (25), em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da PM foi acionada para atender um chamado de que duas mulheres estavam sendo agredidas pelo padrasto.

Ao chegarem na casa, os militares deram voz de prisão ao agressor, que ficou revoltado, pegou uma faca e partiu para cima da dupla de policiais.

Nesse momento, foram efetuados disparos de alerta para assustar o agressor, porém, um dos tiros acertou o joelho de um dos agentes de segurança.

A bala ficou alojada na perna direita do soldado, que foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Várzea Grande. Ele passará por cirurgia para retirada do projétil, que ficou próximo à veia arterial.

O padrasto e uma das enteadas também foram baleados, contudo, nenhum deles ficou gravemente ferido. O caso será investigado pela Corregedoria da Polícia Militar juntamente com a Polícia Civil, que irá apurar a agressão do padrasto contra as menores.

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Emanuel dá prazo pra Wellington decidir a vida e se coloca como plano B

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), defendeu, nesta segunda-feira (21) que o grupo político que tem se formado no entorno de uma possível candidatura ao Governo do Estado, encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL), estabeleça um prazo para o congressista definir, de uma vez por todas, se será ou não candidato.

Para Pinheiro, que se coloca como “plano B” para assumir a chapa, em caso de uma recusa de Wellington, o ideal seria o senador bater o martelo até o próximo dia 15 de março. “Eu quero estabelecer isso [prazo]. Porque a minha prioridade é Cuiabá, mas eu estou pensando em conversar com ele e dar um prazo até dia 15″, disse.

O gestor reconhece que Fagundes é o nome ideal para o momento, mas pressiona que não dá para esperar pra sempre. “Ele é o consenso entre nós, ele agrega todas as forças e traz forças novas agora, como essa que ele trouxe com o presidente [Jair] Bolsonaro, que é muito forte em Mato Grosso”, falou o emedebista.

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Emanuel disse que, sobre sua candidatura, já levou a hipótese até para sua família. “Estou pensando seriamente. Até conversei em casa. Não podemos… É um absurdo o que está acontecendo no estado hoje e não termos uma proposta alternativa de um novo modelo de gestão para o estado de Mato Grosso”, criticou.

Emanuel ainda disse que se não assumir a cabeça da chapa, outro possível nome a ser lançado pelo grupo é o do ex-deputado federal Nilson Leitão. Pinheiro aproveitou a oportunidade para criticar a atual gestão do governo de Mato Grosso. Segundo ele, a intenção é lançar um nome que rompa com a atual gestão.

“[Queremos um] modelo de gestão de um líder que lidere, que tenha prazer em liderar, que tenha respeito pela sociedade, que seja humilde, que dialogue com todos, que priorize e trate com respeito os servidores públicos, que converse com respeito com o comércio. Que olhe para o setor produtivo de forma diferente e não apenas como instrumento para se arrecadar, como um segmento importante para o desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda, que se compadeça com a injustiça social que existe em Mato Grosso”, afirmou.

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Além de Emanuel, outra força política que tem grandes chances de compor em um projeto Wellington para o Palácio Paiaguás é a família Campos, de Jayme e Júlio, que nunca se deram e vêm aturando, há tempos, o atual governador Jayme Campos. Fagundes ainda teria um estreito relacionamento na campanha com Leitão, no norte, reforçaria ainda mais sua base no sul com José Medeiros (PODEMOS), que trabalha para concorrer ao Senado Federal pelo grupo, bem como teria a liderança de Jair Bolsonaro ao seu lado, em todo estado.

Wellington, contudo, segue sonhando em ser o candidato a senador dentro do grupo de Mendes, contrariando o próprio presidente, bem como Emanuel, Medeiros e praticamente todos que estão à sua volta, atualmente. O veterano, entretanto, crê que, freando Neri Geller (PP), nenhum outro projeto o ameaçaria em sua reeleição.

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