CUIABÁ

MORTE DOLOROSA

Possível ladrão morre pendurado em grade de restaurante em MT

Informações preliminares eram de que o envolvido estava preso pela panturrilha esquerda no portão do restaurante, já sem vida

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POLÍCIA

Investigações ainda apontarão as causas reais da morte

Um possível ladrão, ainda não identificado, foi encontrado morto na manhã deste domingo (29) após ficar preso e pendurado na grade de ferro de entrada do restaurante Tapera, no Bairro Quilombo, em Cuiabá.

De acordo com informações da Polícia Civil, os agentes foram acionados por volta das 7h25 quando o corpo do homem foi encontrado suspenso na grade do estabelecimento.

Informações preliminares eram de que o envolvido estava preso pela panturrilha esquerda no portão do restaurante e já foi visto assim sem vida. Na grade havia ferros pontiagudos, que perfuraram a pele do homem, mantendo ele naquela posição.

Verificando a possibilidade do local estar energizado, a equipe da Politec solicitou a presença de um perito engenheiro eletricista para ter mais segurança no trabalho e para retirada do corpo.

O engenheiro identificou que havia corrente elétrica circulando no gradil, mas os peritos não encontraram sinais visíveis de corrente elétrica no cadáver.

Ao descer o corpo da grade foi verificado apenas lesões na perna, causadas pelo ferro, não sendo possível constatar a causa da morte. A Polícia aguardará o resultado da autópsia no Instituto Médico Legal (IML) para descobrir como o homem faleceu.

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Dentre as possibilidades apuradas está choque elétrico – não sendo verificado nenhum acidente de energia-, sufocamento pela posição que se encontrava o corpo, fadiga, entre outras opções.

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POLÍCIA

“Pai” é suspeito de auxiliar no aborto do filho em MT e jogar feto em lixeira

O suspeito foi autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto, mas a perícia pode apontar novos rumos para o caso

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A mulher de 42 anos, que abortou, segue com quadro hemorrágico e internada. Policia investiga seu consentimento ou não com a morte e descarte da criança.

Um homem, suspeito de auxiliar ou induzir o aborto do próprio foi preso, hoje (5), em Lucas do Rio Verde (333,2 Km). O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil após a comunicação feita pelo hospital São Lucas, onde uma mulher de 42 anos chegou em estado gravíssimo, após ser socorrida pela guarda municipal.

Na unidade médica, foi constatado que ela havia sofrido um aborto. De acordo com o delegado Eugênio Rudy, a médica que fez o atendimento questionou o marido da mulher sobre o local onde estaria o feto. Inicialmente, o suspeito disse que não havia bebê, porém, após insistência da médica, acabou revelando que o feto havia sido jogado em uma lixeira.

“A médica determinou que ele fosse até o local onde tinha deixado a criança. Ele foi, pegou o corpo da criança e levou para o hospital. Ou seja, foi o próprio autor quem levou até o hospital o corpo dessa criança”, afirmou o delegado.

Inicialmente, o homem disse em depoimento que não sabia que a mulher estava grávida e nega qualquer auxílio ou indução ao aborto. “Ele negou, mas a fala dele não nos convenceu. Existem lacunas que demonstram indícios de que ele auxiliou ou provocou esse aborto, provavelmente, com consentimento da gestante. Essa é a nossa primeira tese”, comentou o Eugênio.

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Segundo o delegado, algumas testemunhas foram ouvidas e a Polícia Civil não descarta a hipótese de que a criança tenha sido colocada ainda com vida em uma sacola plástica e deixada na lixeira. “Foi possível extrair que, quando foi colocada na sacola, ela se mexeu. Houve movimentos por parte desta criança. O que nos leva a crer que estava viva. Isso sendo comprovado pela perícia, sairemos de aborto, que é o crime que estou imputando nesse momento, para o crime de homicídio”.

O delegado ainda lamentou a situação e destacou que se trata de um fato gravíssimo. “É uma investigação que a gente não queria fazer porque mexe com a gente. Estamos consternados. Não é fácil investigar essa situação”.

O suspeito foi levado para a delegacia municipal e autuado em flagrante, inicialmente, pelo crime de aborto. Em seguida, passará por audiência de custódia, que definirá se responderá ou não em liberdade. A mulher segue internada com hemorragia no hospital São Lucas. Segundo a Polícia Civil, não há registros de violência doméstica entre o casal.

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