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PRF apreende 700 garrafas importadas de vinho em Rondonópolis

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A Polícia Rodoviária Federal apreendeu nesta quarta-feira (15), em Rondonópolis, 700 garrafas de vinho importadas ilegalmente para o Brasil.

Uma equipe da PRF realizava fiscalização na BR 364, quando abordou um ônibus que fazia a linha Foz do Iguaçu (PR) para Rio Branco (AC).

No compartimento de bagagem foram encontradas diversas caixas de papelão, que conforme relato dos motoristas foram despachadas na cidade de Realeza (PR) e com destino a Cuiabá.

Os motoristas apresentaram a nota fiscal. Porém, ao verificar a mercadoria, a equipe constatou que tratava de uma carga de vinhos importados ilegalmente para o Brasil, configurando o crime de descaminho.

Além do mais, no documento fiscal constava a quantidade de 400 unidades, no valor total de R$  8 mil. Só que na conferência realizada pela equipe, constatou-se que a carga continha 713 garrafas, no valor aproximado de R$ 150 mil, de acordo com consultas realizadas em sites especializados da internet.

Toda a mercadoria foi encaminhada à Polícia Federal de Rondonópolis. A PRF não informou de qual nacionalidade é o vinho.

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Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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