CUIABÁ

CRIME NO CABARÉ

Prostituta é presa acusada de matar idoso no interior de MT

A mulher confessou o crime, mas alegou que apenas se defendeu do idoso. Crime ocorreu dentro de casa de prostituição

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Acusada teria usado canivete para acabar com a vida de cliente

Uma garota de programa foi presa acusada de matar um cliente na noite de ontem (14), em Lucas do Rio Verde ( a 332 km de Cuiabá).

De acordo com o site CenárioMT, a vítima, um homem de 61 anos, foi atingido por golpes de canivete dentro de uma casa de prostituição, onde teria combinado um programa sexual com a mulher.

Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aso ferimentos.

A mulher confessou o crime, mas alegou que apenas se defendeu do idoso. Segundo ela, o homem teria partido para cima dela, querendo esganá-la.

A suspeita foi encaminhada para a Delegacia da cidade.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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