CUIABÁ

GUERRA POLÍTICA

PT vai à Justiça tentar derrubar outdoor bolsonarista no interior de MT

Ao analisar pedido, a juíza da 40ª Zona Eleitoral de Primavera do Leste afirmou que não vislumbrar a possibilidade de retirada do material

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POLÍCIA

Partido do ex-presidente Lula, que se articula para voltar ao poder, quer frear manifestos bolsonaristas nos tribunais

O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) entrou com Representação Eleitoral, nos últimos dias, para retirada de outdoor fixada no município de Primavera do Leste (a 239 km de Cuiabá) em que representantes do agronegócio declaram apoio total ao presidente e pré-candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).

Consta da denúncia que o Sindicato Rural de Primavera do Leste instalou outdoors pela BR-070 e declaram apoio total ao presidente: “Presidente, siga em frente. Apoio total do Agro”. Segundo o PT, o outdoor representa suposta propaganda eleitoral antecipada em favor de Bolsonaro e abuso do poder econômico em razão dos inúmeros outdoors espalhados pela cidade.

Ao final, os petistas requerem a imediata retirada das propagandas irregulares e condenação dos representados em multa. Ao analisar o pedido, a juíza Lidiane de Almeida Anastácio Pampado, 40ª Zona Eleitoral de Primavera do Leste, afirmou que não vislumbrar a possibilidade de retirada do material com base exclusivamente no exercício do poder de polícia, “isto porque, o reconhecimento da ilegalidade do material exposto e a consequente declaração de propaganda eleitoral extemporânea na forma como pretende a representante levaria à adoção de medidas judiciais que extrapolam o poder de polícia, qual seja, aplicação de multa aos responsáveis pela veiculação do material”.

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Ainda segundo ela, o caso trata-se de uma suposta propaganda eleitoral antecipada que prejudicaria pretenso candidato à Presidência da República e que a competência para processar e julgar as representações é do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nos termos da legislação acima exposta.

“Posto isto, declino da competência em favor Tribunal Superior Eleitoral, a quem compete o processamento e o julgamento do feito”, diz trecho da decisão.

Essa não é a primeira investida dos apoiadores de Lula tentando encontrar um meio jurídico para responsabilizar apoiadores do atual presidente e do próprio Bolsonaro por investimentos privados de apoio voluntário à sua reeleição.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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