CUIABÁ

MORREU NO LOCAL

Sem farol, motociclista bate de frente com caminhonete e morre em MT

A via do acidente está localizada em uma área rural e, conforme as imagens retiradas no local, não tem iluminação pública.

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José Jonilson Baca de Souza, de 35 anos, morreu na hora da colisão.

Um motociclista de 35 anos, identificado como José Jonilson Baca de Souza, morreu na noite de quinta-feira (16) ao se chocar contra uma caminhonete em Cáceres (a 219 quilômetros de Cuiabá).

Conforme a Polícia Civil, José seguia em uma motocicleta Broz 125 por uma estrada próxima a Serra do Mangaval, em um trecho bastante inclinado. No sentido contrário seguia uma caminhonete F-4000.

Segundo o condutor do veículo, ele não viu o motociclista, que estava com os faróis desligados. Os dois colidiram de frente. José morreu ainda no local.

A via está localizada em uma área rural e, conforme as imagens retiradas no local, não tem iluminação pública. A Politec (Perícia Oficial de identificação Técnica) esteve no local e realizou os procedimentos de perícia. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML).

A Polícia Civil investiga a circunstâncias exatas do acidente.

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POLÍCIA

Namorada de agente morto por Pacolla desmente versão de vereador

A mulher nega que uma mulher estaria sendo ameaçada pelo agente e diz que a arma do namorado estava na cintura

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Segunda a namorada, ela fez um vídeo do namorado morto com a arma na cintura

Ao contrário do que foi relatado pelo vereador e tenente coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Marcos Paccola (REPUBLICANOS) e pelo boletim de ocorrência do caso, a namorada de Alexandre Miyagawa, 41, agente penal do Complexo Pomeri, mais conhecido como ‘Japão’, negou, neste sábado (2), que ele a tivesse ameaçado.

Segundo ela, o agente não estava com a arma na mão e sim na cintura, diferente da versão do vereador. Ele foi morto por um tiro de Paccola, que alegou legítima defesa, na Avenida Arthur Bernardes, atrás do restaurante Choppão. “Estão falando que o Paccola atirou no Alexandre porque estava defendendo uma mulher que estava sendo ameaçada. Que mulher é essa? a mulher sou eu?”, questionou Janaina Sá, em suas redes sociais.

Segundo a mulher, ela entrou na contramão porque parou para ir ao banheiro. “Eu desci para fazer xixi, desci na rua contramão um pedaço, e um cara começou a me xingar: “Louca, parou na contramão”, eu peguei e falei, “e daí, entrei na contramão”.

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“Eu fui fazer xixi na distribuidora e saí andando rápido. E o Alexandre tem mania de andar com a mão na camisa. mania de policial, não sei, tipo fazendo guarda. E ele estava atrás e falou “amor, espera”. E de repente eu só vi ele caindo no chão. O tiro podia pegar em mim, porque eu senti”, falou a namorada, com a voz embargada.

“Porque esse cara atirou? Porque ele estava armado, porque ele atirou? Porque eu entrei na contramão, porque ele saiu com a mão na cintura? Ele não estava com a arma [na mão], era o celular. Eu fiz um vídeo, a arma estava nele. Tiraram até a arma dele. Ele estava com o celular, porque estava o corpo, o celular e a carteira caída no chão. Não é nada disso que estão falando, não teve agressão”, completou.

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