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GARIMPO ILEGAL

Suspeitos são presos com ouro em terra indígena

Dois homens suspeitos de envolvimento com facção criminosa foram flagrados com ouro na Terra Indígena Sararé, onde o garimpo é proibido

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POLÍCIA

Dois homens ligados a facção foram flagrados com material extraído de área protegida

A extração ilegal de ouro em área protegida voltou a resultar em prisões em Mato Grosso. Dois homens suspeitos de envolvimento com facção criminosa foram flagrados com ouro na Terra Indígena Sararé, onde o garimpo é proibido. Um deles tinha mandado de prisão em aberto.

Com a dupla, foram apreendidos 48 gramas de ouro, cuja origem está associada à atividade clandestina na região. A prática, além de ilegal, causa impactos ambientais e invade território indígena, o que tem motivado operações constantes para coibir o avanço dos garimpeiros.

Os suspeitos foram detidos durante uma ação de fiscalização na área, que integra um trabalho contínuo iniciado em março para impedir a extração irregular e o retorno de invasores à terra indígena. O material e os presos foram encaminhados à Polícia Judiciária.

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POLÍCIA

Forças de segurança combatem conteúdos extremistas na internet

Em MT, foram cumpridos mandados em Cáceres na operação que tem como foco a repressão a crimes relacionados a atos extremistas na internet

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As investigações foram conduzidas pelas próprias Polícias Civis estaduais, que analisaram informações recebidas

Mato Grosso e outros 17 estados são alvos da Operação Escola Segura, sob a coordenação nacional pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com foco na repressão a conteúdos digitais relacionados à violência extrema e ao discurso de ódio. A Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão em Cáceres, na ação desencadeada nesta quinta-feira (16).

A operação teve como foco a repressão a crimes relacionados a atos extremistas, com destaque para manifestações associadas ao extremismo violento niilista , à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao compartilhamento desses conteúdos na internet, com especial atenção à proteção de públicos vulneráveis e à prevenção de possíveis ataques em ambiente escolar.

As investigações foram conduzidas pelas próprias Polícias Civis estaduais, que analisaram informações recebidas, realizaram diligências, representaram pelas medidas cabíveis e cumpriram mandados de busca e apreensão, evidenciando o protagonismo das instituições na prevenção e repressão de ameaças no ambiente digital.

Além das medidas judiciais, a atuação das Polícias Civis incluiu ações policiais diversas de intervenção cautelar, como diligências, abordagens, oitivas, intimações e apreensões consentidas, realizadas de forma preventiva e estratégica.

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A ação também incluiu medidas coordenadas para moderação de conteúdo, com vistas à remoção de materiais ilícitos, bem como a desativação de perfis e grupos em redes sociais e aplicativos de mensageria.

A operação ocorre também nos estados de Minas Gerais (MG), Pará (PA), São Paulo (SP), Santa Catarina (SC), Rio de Janeiro (RJ), Ceará (CE), Paraná (PR), Alagoas (AL), Piauí (PI), Goiás (GO), Maranhão (MA), Acre (AC), Bahia (BA), Pernambuco (PE), Amazonas (AM) e Rio Grande do Sul (RS).

 

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