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2018, último ano de vacinação 100% da aftosa em MT

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Brasil se programa para retirar gradualmente vacinação contra aftosa

O Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa prevê a retirada da vacinação no Brasil, aos poucos.

Este foi o último ano em que todo o rebanho do Acre, Rondônia, parte do Amazonas e parte do Mato Grosso foram vacinados contra aftosa.

A vacinação continua no mês de maio de 2019, mas, em novembro, os bovinos e bubalinos estarão fora do calendário.

Além da mudança de calendário, as vacinas também serão modificadas. Elas deixarão de ser trivalente e passarão a ser bivalente. Isso porque o terceiro vírus, o tipo C, não circula mais no país.

Além disso, a segunda dose vai deixar de ser de 5 mililitros, e passa a ser de 2 mililitros. Neste caso, poderá ser aplicada, de preferência, sob a pele do animal, em vez da intramuscular.

O importante é ficar atento às datas e usar a dose correta da vacina, porque se aplicar dosagem a mais, pode provocar caroços, feridas, inchaços e até áreas com inflamação.

No Amazonas, as campanhas devem começar em março do ano que vem e seguem até 15 de dezembro, no Pantanal.

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A primeira etapa será em maio e a segunda, em novembro, na maior parte dos estados.

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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