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Agricultores indígenas de MT realizam Encontro Nacional

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Governador conhecerá a Cooperativa Agropecuária dos Povos Indígenas Haliti-Paresis, Nambikwara e Manoki.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participa nesta quarta-feira (13.02) da Festa da Colheita, realizada durante o 1º Encontro Nacional de Grupo de Agricultores Indígenas, na Aldeia Matsene Kalore, em Campo Novo do Parecis (396 km a Noroeste de Cuiabá).

Durante a visita, o chefe do Executivo estadual conhecerá a Cooperativa Agropecuária dos Povos Indígenas Haliti-Paresis, Nambikwara e Manoki, localizada na aldeia e, em seguida, uma área de produção de cultura de soja. O início da solenidade de abertura do encontro está marcado para 10h30.

O líder indígena paresi, Arnaldo Zunizakae Paresi, entregará uma lista de reivindicações ao governador. A principal demanda dos indígenas da região é o apoio das autoridades, entre elas, a Fundação Nacional do Índio (Funai), para que as comunidades possam plantar em suas terras.

Comunicado da Fundação menciona a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo a qual os indígenas têm o direito de escolher seu modelo de desenvolvimento econômico.

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De acordo com a Funai, o povo Paresi, formado por cerca de 2 mil indígenas, tem se destacado na produção de soja, milho, batata, batata-doce, abóbora, feijão, entre ouros produtos. Na safra 2018/2019, em Campo Novo do Parecis, foram semeados 8,7 mil hectares de soja, mil hectares de milho e 300 hectares de arroz. Para a safrinha, a previsão é de 7,7 mil hectares de milho convencional, 6 mil ha de feijão, 1,4 ha de girassol e 500 ha de milho branco.

Estão confirmadas as presenças da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e do ministro de Meio Ambiente, Ricardo Salles, além de secretários de Estado, senadores, deputados estaduais e federais e representantes da Funai.

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MT aumenta área plantada de soja, mas deve produzir menos

Por fim, a produção total para a próxima colheita ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, menos que 2021. FOTO - Exame/Alexis Prappas

A área aguardada de soja para a próxima temporada no estado de Mato Grosso (safra 2022/23) ficou projetada em 11,13 milhões de hectares, incremento de 2,55% em relação à safra 2021/22.

A ampliação inicial está pautada pela valorização do preço da oleaginosa, demanda aquecida e o momento de preços favoráveis dos subprodutos da soja, o que motivou alguns produtores a fazerem a conversão de áreas de pastagens para agricultura, principalmente em regiões onde a pecuária predomina — Nordeste, Noroeste e Norte.

A informação foi divulgada, nos últimos dias, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal da soja. Sobre a produtividade, a estimativa foi estipulada em 58,62 saca/hectare, o que representa 1,26% abaixo em relação ao rendimento da safra 2021/22.

Apesar do recuo na estimativa, neste primeiro momento as projeções ficam limitadas,
devido a alguns pontos que podem impactar no decorrer da safra, como: condições climáticas e incertezas de investimento devido ao alto custo de produção.

Por fim, a produção total ficou projetada em 39,48 milhões de toneladas para o estado.

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