CUIABÁ

NÃO PEGOU BEM

Aliado de Neri rechaça PT: "Eu sou Bolsonaro"

Apesar do estreito relacionamento político e pessoal, Dilmar sinalizou que poderá até mesmo retirar seu apoio a Neri, ao Senado.

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Sem apoio do presidente, Jair Bolsonaro, e do governador, Mauro Mendes, Geller está flertando com a esquerda. FOTO - Edson Rodrigues/ODocumento

O deputado estadual, Dilmar Dal Bosco (União Brasil), um dos principais aliados e amigos do deputado federal e pré-candidato ao Senado Federal, Neri Geller (PP), mostrou que o movimento de aproximação ao PT está longe de ser uma unanimidade no grupo.

Dilmar sinalizou à imprensa, nesta semana, que poderá até mesmo retirar seu apoio a Neri, que foi ministro do Governo de Dilma Rousseff (PT), caso se confirme a aliança entre o Progressista e o Partido dos Trabalhadores (PT), em Mato Grosso.

Dal Bosco costuma viajar junto, tem relação pessoal e sempre se manifestou a favor de Neri, inclusive trabalhando para que o nome dele fosse consenso junto ao governador, Mauro Mendes (UB),  de quem é líder na Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT. Unir com PT, entretanto, parece demais para o parlamentar.

“Eu não soube dessa conversa. Vi hoje na imprensa sobre essa proximidade ou podendo ter a possibilidade de uma aliança [com o PT]. Eu sou Bolsonaro. Desde o início eu falei”, disse em entrevista dada no Palácio Paiaguás, avisando que vai chamar Neri para uma conversa.

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Neri confirmou que que a “aliança” com o PT está sendo trabalhada nacionalmente e que não está descartado o apoio dele ao ex-presidente Lula. Segundo divulgado, Geller já teria até se reunido com a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, a deputada federal, Gleisi Hoffmann (PT)

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Mauro vê plágio em plano de Governo de Márcia e Emanuel ironiza

Grupo de oposição quer colocar em prática aquilo que o governador, enquanto candidato, teorizou e nunca entregou

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Emanuel é o coordenador da campanha de Márcia e vai explorar os desgastes do atual gestor para dar fôlego ao projeto oposicionista. FOTO - Marcus Vallant GD

A candidata a governadora de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), rebateu a acusão de que seu plano de governo é plágio das propostas apresentadas por Mauro Mendes (UB), nas eleições de 2018.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), coordenador da campanha de Márcia, disse que as propostas descritas no Plano de Governo de Marcia atendem exatamente a necessidades universais não cumpridas pela atual gestão do Estado.

Dentre os pontos, cita o pagamento da Revisão Geral (RGA) e a valorização dos servidores públicos. “Não se trata de nenhum demérito. É uma questão de redação. E se o gestor atual não conseguiu cumprir o que havia prometido, é uma necessidade do povo, vai constar no Plano de Governo”, Emanuel Pinheiro (MDB).

A coordenação da campanha a reeleição de Mauro apontou que 23 compromissos protocolados na Justiça Eleitoral em 2018 pelo então candidato e atual governador Mauro Mendes (UB) foram plagiados, na íntegra, pela candidata de oposição Márcia Pinheiro (PV), em seu Plano de Governo das eleições de 2022.
No total, 71 propostas de Mauro em 2018 foram alvo de “inspiração” para a primeira-dama de Cuiabá, sendo 23 integralmente copiadas. De acordo com Emanuel, “o fato de serem propostas idênticas ou semelhantes deve-se, exclusivamente, a inoperância da atual gestão que não cumpre o que promete. E, logicamente, o debate deve ser retomado. Se é uma necessidade da população, o assunto retornará a pauta”, asseverou.

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Quanto à entrega do novo hospital municipal de Cuiabá , o coordenador lembra que foi a gestão Emanuel Pinheiro quem finalizou e entregou à população de todo estado o maior e mais moderno hospital de Cuiabá, obra que foi prometida pelo então prefeito Mauro Mendes e que não foi entregue.

Hoje, em razão da desassistência da saúde no interior do Estado, o novo pronto-socorro é a referência a milhares de moradores de Mato Grosso e a citação à construção, descrita no Plano de Governo, trata-se de um erro da equipe redatora e será devidamente corrigido.

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