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ATRASO

Após cobrança de Claudinei, Seduc paga salários atrasados dos servidores de Rondonópolis

A Secretaria de Educação de Mato Grosso efetuou o pagamento da folha complementar referente ao mês de março de 2022

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POLÍTICA

Deputado Claudinei obteve retorno da Seduc após encaminhar requerimento

Ao receber denúncias de profissionais da educação de Rondonópolis que estariam sem receber os devidos salários, o deputado estadual Delegado Claudinei (PL) apresentou o requerimento de n.º 260/2022 para a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc), no dia 13 de abril, em sessão plenária, na Assembleia Legislativa. Na matéria, ele solicitou esclarecimentos sobre o atraso no pagamento aos servidores da Escola Estadual Militar Dom Pedro II de Rondonópolis.

No mesmo dia, a Seduc encaminhou nota para informar que havia efetuado o pagamento da folha complementar, referente ao mês de março de 2022, e esclareceu que verificou as inconsistências existentes e providenciou a implantação dos referidos contratos. “Havíamos apresentado esse requerimento para que prestassem informações, em caráter de urgência, em relação aos atrasos. E, recebemos o retorno no mesmo dia. Os funcionários estavam sem receber e era preciso regularizar essa situação o quanto antes, pois haviam parado as atividades e a comunidade escolar seria a única prejudicada nessa história”, lembra o parlamentar.

Paralisação

Não só os servidores da Dom Pedro II, como, também, de outras escolas estaduais de Rondonópolis que estavam sem receber os salários, haviam parados as atividades entre os dias 11 a 13 de abril. “Foi feita a regularização do pagamento de março, mas tiveram professores que reclamaram que não recebiam desde fevereiro. Mas, continuaremos acompanhando essa situação de perto para não termos o risco de alunos ficarem sem aula”, explica Claudinei.

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Além da paralisação das atividades em sala de aulas, cerca de 30 professores chegaram a fazer manifestação na cidade e, uma das queixas feitas por eles, foi o governo estadual não responder e ter se posicionado sobre a situação.

Requerimento – Dentre as indagações feitas pelo deputado na proposição encaminhada ao Poder Executivo Estadual foi o motivo que incidiram o atraso dos pagamentos, os meses que a Seduc está pendente para a regularização e quitação, quais as providências para quitar a folha salarial e se existiam outras unidades geridas pelo Estado que enfrentavam o mesmo caso.

Dom Pedro II – A Escola Militar, antiga Escola Estadual André Maggi, iniciou o primeiro ano letivo em Rondonópolis, em fevereiro deste ano. Ela é gerida pelo II Comando Regional do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT).

A implantação dessa unidade de ensino cívico-militar faz parte da reivindicação do parlamentar – que é um defensor do ensino militar que prega a disciplina, o respeito ao próximo e o amor à pátria – sendo que encaminhou a indicação de n.º 6.641/2021 à Seduc.

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POLÍTICA

Wilson faz pressão em Mendes: “não será o coveiro do Rio Cuiabá”

Autor de um projeto que proíbe a implantação de seis hidrelétricas no Rio Cuiabá, Wilson ainda tem esperanças em ter apoio do governador

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Deputado, contudo, não deve ter o crivo positivo de Mendes, entusiasta de hidrelétricas. FOTO - Chico Ferreira/GD

O vice-líder do Governo, o deputado estadual Wilson Santos (PSD), acredita que o governador Mauro Mendes (UB) “não será o coveiro do Rio Cuiabá” e irá sancionar o Projeto de Lei (PL) nº 957/2019, de sua autoria, que proíbe a construção de hidrelétricas e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) por toda a extensão do Rio Cuiabá. A proposta, que causou polêmica na Assembleia Legislativa (ALMT), foi aprovada no início do mês.

“Olha, eu tenho absoluta certeza de que o governador Mauro Mendes não vetará, ele não será o coveiro do Rio Cuiabá, do Pantanal, ele não vai por essa marca na testa dele, não vai colocar as impressões digitais dele nesse crime. A sociedade cuiabana, várzea-grandense, pantaneira não admite esse crime contra o Rio Cuiabá. A Assembleia estará encaminhando o projeto na semana que vem para que ele analise, que ele possa com certeza fazer a sanção”, afirmou, em entrevista ao site Veja Bem MT.

Na época da votação, a empresa Maturati Participações, que possui um projeto para a implantação de seis hidrelétricas no Rio Cuiabá, buscou os deputados para articular uma votação contra o projeto. Contudo, a proposta obteve apoio da maior parte dos parlamentares, com exceção do deputado Gilberto Cattani (PL) e Janaina Riva (MDB).

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Ao ser questionado sobre um possível veto de Mendes, Wilson enfatizou que Mendes deve aprovar a proposta. “Eu tenho certeza que o governador Mauro Mendes não vai ser o coveiro do Rio Cuiabá, ele não vai fazer essa loucura contra a natureza. O mundo inteiro está observando isso. Eu tenho recebido e-mails, cobranças de vários países do mundo. Não acredito que um governador relativamente jovem vai sangrar o Rio Cuiabá, vai ceder à sanha desvairada do capital. O Rio Cuiabá é muito maior do que o governador do Estado, que a Assembleia”, pontuou.

Mendes à favor de hidrelétricas

Caso o governador atenda aos apelos de Santos e o clamor dos ribeirinhos, Mauro irá contra seu próprio discurso de que este tipo de estrutura não destrói o meio ambiente. O gestor, inclusive, tem negócio no setor e um filho atuando e investindo na área.

Recentemente, Mendes já disse que o discurso “em defesa do Rio Cuiabá”, em seu modo de ver, é uma “manobra dos deputados para ganhar votos”, cutucando, inclusive, seu aliado.

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