CUIABÁ

CONSERVADORES INFLAMADOS

Beijo gay em apresentação artística cria polêmica no interior de MT

Vereadores se enfureceram e acreditam que existe um movimento orquestrado e ideológico, afugentando os cristãos

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POLÍTICA

Caso colocou ainda mais fogo na discussão direita x esquerda em Primavera do Leste

Uma apresentação em um festival de dança realizado no Ginásio de Esportes Pianão, com uma cena de beijo entre dois homens, tem dado o que falar em Primavera do Leste.

O assunto foi parar nas discussões da Câmara Municipal, nesta semana, e acabou provocando comentários polêmicos de parlamentares mais conservadores.

O vereador Valdo Valdecir (PDT), por exemplo, se referiu ao espetáculo como “aquela aberração” e “troço esquisito”. Para ele, a apresentação artística fere os “preceitos bíblicos”.

“Nós esperamos que não aconteça de novo. Antes de ir para o palco, no ensaio, filtra. Se tem coisa que não agrada, que é contra as famílias, então não manda para o palco. Isso eu vou cobrar. Isso sou contra. Eu acho que homem beijando homem é um troço esquisito. Eu não concordo, mas quem fizer que fique à vontade”, disse no plenário durante sessão da Câmara.

Assim que o assunto entrou em discussão, o vereador Luis Costa (PDT), pediu a palavra para também se posicionar. “As nossas crianças estão sendo atacadas. (…) Isso aí é ideológico, isso aí não é à toa, vereador Valdo, isso aí tem algo ideológico, ideologia. Coisa que eu lutei desde o passado. Tem vídeo do presidente Bolsonaro elogiando essa casa por ter feito a lição de casa no passado”, disse o parlamentar. Para ele, a cidade está no meio de uma luta “espiritual”.

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Em nota, a Comissão da Diversidade Sexual da seccional mato-grossense da Ordem dos Advogados do Brasil repudiou a expressão utilizada pelo vereador Valdo Valdecir e afirmou que a sua manifestação é preconceituosa e extrapola os limites da liberdade de expressão.

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POLÍTICA

Mauro vê plágio em plano de Governo de Márcia e Emanuel ironiza

Grupo de oposição quer colocar em prática aquilo que o governador, enquanto candidato, teorizou e nunca entregou

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Emanuel é o coordenador da campanha de Márcia e vai explorar os desgastes do atual gestor para dar fôlego ao projeto oposicionista. FOTO - Marcus Vallant GD

A candidata a governadora de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), rebateu a acusão de que seu plano de governo é plágio das propostas apresentadas por Mauro Mendes (UB), nas eleições de 2018.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), coordenador da campanha de Márcia, disse que as propostas descritas no Plano de Governo de Marcia atendem exatamente a necessidades universais não cumpridas pela atual gestão do Estado.

Dentre os pontos, cita o pagamento da Revisão Geral (RGA) e a valorização dos servidores públicos. “Não se trata de nenhum demérito. É uma questão de redação. E se o gestor atual não conseguiu cumprir o que havia prometido, é uma necessidade do povo, vai constar no Plano de Governo”, Emanuel Pinheiro (MDB).

A coordenação da campanha a reeleição de Mauro apontou que 23 compromissos protocolados na Justiça Eleitoral em 2018 pelo então candidato e atual governador Mauro Mendes (UB) foram plagiados, na íntegra, pela candidata de oposição Márcia Pinheiro (PV), em seu Plano de Governo das eleições de 2022.
No total, 71 propostas de Mauro em 2018 foram alvo de “inspiração” para a primeira-dama de Cuiabá, sendo 23 integralmente copiadas. De acordo com Emanuel, “o fato de serem propostas idênticas ou semelhantes deve-se, exclusivamente, a inoperância da atual gestão que não cumpre o que promete. E, logicamente, o debate deve ser retomado. Se é uma necessidade da população, o assunto retornará a pauta”, asseverou.

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Quanto à entrega do novo hospital municipal de Cuiabá , o coordenador lembra que foi a gestão Emanuel Pinheiro quem finalizou e entregou à população de todo estado o maior e mais moderno hospital de Cuiabá, obra que foi prometida pelo então prefeito Mauro Mendes e que não foi entregue.

Hoje, em razão da desassistência da saúde no interior do Estado, o novo pronto-socorro é a referência a milhares de moradores de Mato Grosso e a citação à construção, descrita no Plano de Governo, trata-se de um erro da equipe redatora e será devidamente corrigido.

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