CUIABÁ

GRANDE PERDA

Blairo lamenta falecimento de artista plástico e jornalista Denis Maris

Denis sofreu o AVC na semana passada, foi socorrido pelo SAMU e desde então foi internado no Hospital Regional de Rondonópolis.

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POLÍTICA

Nos últimos anos, Denis tinha se especializado em retratar a história de Rondonópolis por meio de seus pioneiros, no jornal Folha Regional, além do seu destacado trabalho com a Cromopetrologia.

O ex-governador, ex-senador e ex-ministro, Blairo Maggi (PP), lamentou, em suas redes sociais, o falecimento do jornalista, radialista e artista plástico, Benedito de Jesus Leite, mais conhecido como Denis Maris, de 72 anos, que morreu na última quinta-feira (19), em Rondonópolis (212 km de Cuiabá), vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Blairo postou uma foto ao lado de Denis, registrada no início dos anos 80, onde lembra ter dado umas das primeiras entrevistas da vida, mais de 20 anos antes de entrar na política e se tornar o chefe do Executivo Estadual. O megaempresário lembrou da amizade com o artista e comunicador.

“Quero registrar a perda do meu amigo de Rondonópolis, Denis Maris, vítima de um AVC. Essa foi uma das primeiras entrevistas que dei na vida, em 1981, e ficará pra sempre registrada em minha memória. Vá em paz amigo, Deus conforte a todos que tiveram o prazer de conhecer você #luto”, publicou o ex-governador.

Denis sofreu o AVC na semana passada, foi socorrido pelo SAMU e desde então foi internado no Hospital Regional de Rondonópolis. Na unidade de saúde, ele foi sedado e intubado. Permaneceu lutando pela vida por cerca de cinco dias.

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Em Rondonópolis, Denis Maris construiu uma carreira como jornalista, radialista, músico e artista plástico. É pioneiro de uma técnica batizada de Cromopetrologia, da qual se utilizava de pigmentos de rochas que buscava em diferentes partes do país para colorir seus quadros.

A morte do artista comoveu o mundo do jornalismo, da política e das artes. A sensibilidade de Denis na comunicação, em suas obras de arte e também em apresentações musicais, não só na cidade, mas também fora dela, era complementada por uma humildade e fineza no tratamento com seu semelhante que fazia quem lhe encontrava ter dúvidas sobre quem merecia mais admiração: o homem ou o artista.

Já há vários anos, Denis retratava a história de pioneiros da cidade no tradicional jornal Folha Regional, com sede em Rondonópolis. O diretor-geral do veículo, Evandro Santos, definiu Denis como um exemplo de homem extremamente culto, que nunca abandonou a humildade e o carinho pelo próximo.

O prefeito da cidade, Zé Carlos do Pátio (SD), decretou luto oficial de três dias e já anunciou que o nome de Denis será dado a uma escola de música infantil da cidade.

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POLÍTICA

TCE aponta superfaturamento de prefeitos de MT na pandemia

De acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra de cada um dos kits de testes COVID. As unidades foram compradas por R$ 1,3 mil

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O Consórcio alvo do TCE é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou superfaturamento no preço pago por testes de Covid-19 pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos (Cisva).

Conforme o TCE, a irregularidade ocorreu na compra de testes em 2020, em período agudo da pandemia. O julgamento da tomada de contas ocorreu nos últimos dias.

Ninguém do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos se pronunciou, até o momento. A tomada de contas ordinária foi instaurada pelo TCE para apurar irregularidades no certame emergencial.

Segundo o Tribunal de Contas, o consórcio intermunicipal comprou cerca de 70 kits de testes com a dispensa de licitação. O valor pago por esses kits foi de 91 mil reais. Ainda de acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra e cada um desses kits saiu por R$ 1,3 mil, enquanto que o estado, já tinha contrato firmado para entrega de itens parecidos, no valor de R$ 98,50.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Antônio Joaquim ponderou que, embora a compra tenha sido superfaturada, os agentes públicos envolvidos estão isentos do dano ao erário, uma vez que foi constatada conduta dolosa por parte das empresas beneficiadas, mas estendeu a eles a responsabilização pelo dano, por entender que houve erro grosseiro na aquisição dos testes.

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Assim, Antônio Joaquim julgou regulares as contas prestadas pelo presidente e demais servidores e irregulares as contas prestadas pelas empresas.

Suspensão da compra

O TCE havia suspendido a compra dos kits emergenciais devido aos indícios de sobrepreço, em junho 2020. O Consórcio é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

Durante a compra somente Juara possuía casos de pacientes com Covid-19, o que, segundo o TCE, não justifica a forma como foi procedida a aquisição dos testes.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos, presidido pelo prefeito de Porto dos Gaúchos (MT), Moacir Pinheiro Piovezan, afirmou que o valor pago no momento da compra estava de acordo com o valor de mercado e que se levou em consideração a ‘Lei da Oferta e Procura’.

O advogado do CISVA, Rony de Abreu Munhoz, disse, na época, que a comparação de preços realizada pelo TCE-MT foi com base em produtos distintos. Segundo ele, os produtos adquiridos pelo consórcio possuíam qualidade superior aos adquiridos pelo estado, que foram citados na ação.

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