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Blairo se livra de denúncia de corrupção e é pressionado a voltar à política

Megaempresário e ex-governador tinha seu nome vinculado em um processo que tratava se suposta venda de cargo no TCE

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POLÍTICA

Bilionário, contudo, não mostrou, até o momento, nenhuma empolgação pra voltar à vida eletiva

O Tribunal de Justiça arquivou no último dia 24 de maio uma ação civil pública contra o ex-governador Blairo Maggi (PP), onde era acusado de suposta compra de cadeira no Tribunal de Contas do Estado (TCE). 

A Segunda Câmara de Direito Público e Coletiva decidiu, por unanimidade, manter o parecer do Ministério Público de Mato Grosso (MPE), que em março deste ano pediu arquivamento da investigação contra Maggi. O próprio órgão havia aberto a ação em 2014. 

Com a decisão, a investigação sobre suposta compra de cadeira ao custo de R$ 12 milhões continua contra conselheiro de Contas, Sérgio Ricardo, suposto beneficiado.

Volta à política?

Logo após a publicação da decisão entusiastas do retorno do ex-governador, ex-senador e ex-ministro à política já começaram a projetar uma possível candidatura de Maggi.

A ideia é convencer o megaempresário a entrar no páreo para garantir a representatividade ao Agro no Senado Federal, caso o projeto Neri Geller (PP), apoiado pelo próprio Maggi, não mostre o fôlego suficiente nas próximas semanas.

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O principal adversário dos produtores rurais é Wellington Fagundes (PL), que tenta se escorar no atual governador, Mauro Mendes (UB), e ainda sonha em construir um caminho para abocanhar os votos bolsonaristas, que apesar de tê-lo no mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro (PL) não se empolga com o veterano.

Quanto a Blairo, o bilionário segue reiterando que pretende seguir fora da vida eletiva, mas muitos o encorajam para um retorno nem que for temporário, abrindo a primeira suplência para Neri, que poderia então assumir o mandato definitivamente até o final após um tempo, se fosse o caso de encontrar a vitória na urna.

Apesar do “lobby”, nenhum movimento de Blairo demonstrou qualquer construção neste sentido, até o momento.

 

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POLÍTICA

VEJA aponta Bolsonaro 15 pontos à frente de Lula em MT

Segundo média de pesquisas publicadas, o atual mandatário crava 47,7% da preferência no estado e o ex-presidente petista surge com 32,6%.

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Em nenhum outro estado analisado o presidente tem o índice de aprovação popular mais alto que Mato Grosso. A diferença em relação a Lula, porém, é maior no Acre

Levantamento da empresa de consultoria Vector Research, publicado no site da revista Veja, nesta semana, confirma o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), absoluto em Mato Grosso.

O levantamento traçou um paralelo direto entre Bolsonaro e Lula (PT), seu principal adversário e com quem deve, de fato, disputar diretamente o maior cargo do país nas urnas, em 2022.

Os números confirmam a liderança bolsonaristas em Mato Grosso com 15 pontos percentuais de frente, com o atual mandatário cravando 47,7% da preferência e o ex-presidente petista surgindo com 32,6%.

Cenário geral

Embora em solo mato-grossense o índice de apoio bolsonarista seja o maior registrado, do ponto de vista de vantagem direta sobre Lula, ou seja, de diferença entre um e outro, o estado mais bolsonarista é o Acre.

Por lá, são mais de 18 pontos de frente do atual presidente. Enquanto Bolsonaro chega a ter 47,4% das intenções de voto, Lula surge com 29,1%.

Diferença similar ocorre, também, em Santa Catarina, onde Bolsonaro supera Lula por 45,1% a 29%. A liderança se mantém acima do patamar de 40% em Goiás, com 42,4% contra 32,1% do petista..

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O MAIS PETISTA

Do outro lado dos números, o Piauí é onde Lula (PT) tem a maior vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), com mais de 46 pontos de diferença.

O ex-presidente tem 64,2% de preferência entre os eleitores do estado nordestino, enquanto o presidente que busca a reeleição marca 17,3%.

Apanhado geral

O mapa da disputa presidencial nos estados foi montado pela Vector Research a partir de uma análise média com pesquisas de 15 institutos, realizadas entre os dias 6 de maio e 29 de junho em 24 estados (exceto Amapá e Rondônia) e no Distrito Federal.

A empresa preferiu restringir a análise à dupla de atuais líderes nas sondagens.

Veja abaixo os índices comparativos entre os principais candidatos à Presidência da República por estado:

 

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