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Botelho critica indefinição de Mauro sobre palanque aberto ou fechado

Botelho disse que “está tudo uma confusão”, dando a entender que o imbróglio tem atrapalhado outras discussões que poderiam estar ocorrendo.

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POLÍTICA

Presidente da ALMT não concorda com a maneira que Mendes vem conduzindo a questão e vê prejuízos. FOTO - Rodinei Crescêncio RdNews

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (UB), um dos nomes mais fortes do União Brasil, criticou a demora do governador e companheiro de partido, Mauro Mendes, em definir se haverá palanque aberto ou não no estado para o Senado Federal.

Questionado sobre como estão as articulações do União Brasil, Botelho disse que “está tudo uma confusão”, dando a entender que o imbróglio tem atrapalhado outras discussões que poderiam estar ocorrendo.

“No momento, está assim: uma confusão. Conversa para um lado, conversa para o outro, é palanque aberto, palanque fechado, todos os senadores no palanque do governador, aí já não é mais. Nós estamos assim”, criticou o deputado, em entrevista nesta quarta-feira (3).

Mauro Mendes levou meses para anunciar se seria ou não candidato à reeleição. Agora que decidiu concorrer, ainda não decidiu se deixará seu palanque aberto para vários candidatos ao Senado ou se vai coligar com um partido específico.

A expectativa é que ele oficialize a coligação com o PL, de Wellington Fagundes, devido à aliança que fechou com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), todavia, não quer decepcionar Max Russi e o seu PSB, que em Mato Grosso tem a pré-candidatura ao Senado Federal de Natasha Slhessarenko (PSB), mas nacionalmente está grudado em Lula (PT).

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Botelho diz que toda a questão já deveria ter sido resolvida e chamou a postura do governador de “enrolação”. “Eu nunca fui a favor. Eu acho que isso daí já deveria ter sido discutido antes. Eu sou a favor que se defina. O governador, ele tem um candidato a senador, agora, se ele não for coligar com ninguém, tudo bem. Que fiquem os três, não tem problema nenhum. Mas se tiver uma coligação, não tem sentido ter outros num palanque onde ele está coligado com um candidato”, concluiu.

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POLÍTICA

Mauro vê plágio em plano de Governo de Márcia e Emanuel ironiza

Grupo de oposição quer colocar em prática aquilo que o governador, enquanto candidato, teorizou e nunca entregou

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Emanuel é o coordenador da campanha de Márcia e vai explorar os desgastes do atual gestor para dar fôlego ao projeto oposicionista. FOTO - Marcus Vallant GD

A candidata a governadora de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), rebateu a acusão de que seu plano de governo é plágio das propostas apresentadas por Mauro Mendes (UB), nas eleições de 2018.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), coordenador da campanha de Márcia, disse que as propostas descritas no Plano de Governo de Marcia atendem exatamente a necessidades universais não cumpridas pela atual gestão do Estado.

Dentre os pontos, cita o pagamento da Revisão Geral (RGA) e a valorização dos servidores públicos. “Não se trata de nenhum demérito. É uma questão de redação. E se o gestor atual não conseguiu cumprir o que havia prometido, é uma necessidade do povo, vai constar no Plano de Governo”, Emanuel Pinheiro (MDB).

A coordenação da campanha a reeleição de Mauro apontou que 23 compromissos protocolados na Justiça Eleitoral em 2018 pelo então candidato e atual governador Mauro Mendes (UB) foram plagiados, na íntegra, pela candidata de oposição Márcia Pinheiro (PV), em seu Plano de Governo das eleições de 2022.
No total, 71 propostas de Mauro em 2018 foram alvo de “inspiração” para a primeira-dama de Cuiabá, sendo 23 integralmente copiadas. De acordo com Emanuel, “o fato de serem propostas idênticas ou semelhantes deve-se, exclusivamente, a inoperância da atual gestão que não cumpre o que promete. E, logicamente, o debate deve ser retomado. Se é uma necessidade da população, o assunto retornará a pauta”, asseverou.

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Quanto à entrega do novo hospital municipal de Cuiabá , o coordenador lembra que foi a gestão Emanuel Pinheiro quem finalizou e entregou à população de todo estado o maior e mais moderno hospital de Cuiabá, obra que foi prometida pelo então prefeito Mauro Mendes e que não foi entregue.

Hoje, em razão da desassistência da saúde no interior do Estado, o novo pronto-socorro é a referência a milhares de moradores de Mato Grosso e a citação à construção, descrita no Plano de Governo, trata-se de um erro da equipe redatora e será devidamente corrigido.

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