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“Caso ocorra aliança do PL com o governador, vou isentar o apoio e atuar de forma independente”, diz Delegado Claudinei

O parlamentar considera que não pode fugir da sua verdade, no instante que avalia que Mauro Mendes é omisso em determinadas situações

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POLÍTICA

Deputado Claudinei com o senador e presidente do Diretório do PL de Rondonópolis

O senador Wellington Fagundes e o deputado estadual Delegado Claudinei realizaram a filiação de novos membros para compor o Partido Liberal (PL), nesta segunda-feira (21), em Rondonópolis, juntamente com o presidente do Diretório Municipal do Partido, Jean Carlos Lopes Lino. No total foram 15 filiados, que envolveram empresários, profissionais liberais e sindicalistas.

O parlamentar estadual expôs a satisfação em fazer parte do PL, em que se filiou no dia 3 de março, sendo que considera uma oportunidade para somar junto com Mato Grosso e o país. “Muito feliz de estar nesse projeto. Quando o presidente Bolsonaro se filiou, o senador Wellington me convidou para migrar para o partido. Então, só aguardei a abertura da janela partidária para concretizar a situação. Vamos juntos tornar um dos maiores partidos neste ano de 2022!”, declarou.

Com a cogitação da possível aliança com o atual governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (UB), Claudinei foi enfático ao dizer que atuará de forma independente, caso ocorra essa parceria na política junto ao Partido Liberal. “Ainda temos tempo e espero que consigamos um nome forte ao governo estadual. Se ocorrer a aliança e composição com Mauro Mendes que deixou muito a desejar, em muitos segmentos, principalmente nas áreas de infraestrutura, da saúde e segurança pública de Rondonópolis, já conversei com Wellington que atuarei na minha independência em não apoiar o atual gestor estadual. Vou ficar isento e não vou apoiar outro nome por questões partidárias”, esclareceu o parlamentar.

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Descaso

Ele explicou que Rondonópolis é considerada a terceira cidade e segunda maior economia de Mato Grosso, onde não recebeu a atenção devida por parte do chefe do Poder Executivo Estadual, nestes últimos três anos. “Realmente, foram muitas cobranças! A pavimentação do Anel Viário de Rondonópolis que, em menos de um ano, já está cheio de buracos, colocando a integridade física dos motoristas em risco. As péssimas condições da Rodovia do Peixe, os atrasos nas cirurgias ortopédicas no Hospital Regional e o descaso na instalação de um Ciopaer (Centro Integrado de Operações Aéreas) para dar agilidade no atendimento dos setores da saúde e segurança das regiões sul e sudeste de Mato Grosso”, citou Claudinei.

O deputado acrescenta que já deixou claro ao senador, o seu posicionamento e que, uma das lutas que realiza no mandato parlamentar na Assembleia Legislativa, é combater as omissões realizadas pela gestão estadual. “Acredito que ainda temos tempo em identificar um candidato com o perfil que Mato Grosso precisa e que dê conta de atender todos os setores prioritários. Vamos torcer para que tudo dê certo. Por enquanto é uma cogitação”, comentou.

Defesa

Wellington citou importantes iniciativas do governo Bolsonaro aos presentes, dando um panorama dos resultados gerados, em que destacou a transferência de recursos aos Estados e municípios de R$ 700 bilhões, no primeiro ano de governo. Em relação ao município de Rondonópolis, ele citou que os investimentos com a situação da Covid-19, chegou a ser de aproximadamente R$ 200 milhões.

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“O PL é um dos partidos que considero mais organizado e não têm cacifes e não temos nenhum problema. As convenções serão realizadas em julho, em há muitas águas para passar debaixo da ponte para chegarmos há uma definição de quem vamos apoiar ao governo de Mato Grosso”, salientou o senador da República.

Já o presidente do Diretório do PL de Rondonópolis, acredita que essas eleições serão mais diferentes em relação aos dos anteriores. “Vamos ter um embate muito grande e um crescimento do presidente Bolsonaro. Todos estão convidados a fazer parte do partido que era médio e está ficando grande”, frisou Jean.

Um dos novos filiados ao PL foram o vice-presidente eleito do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Terrestres de Rondonópolis (STTRR), Gildevan Ribeiro, Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário, Afonso Aragão, o advogado Carlos Ihamber, o agrônomo Rosemberg Ramalho, empresário Hilário Dalmasso, veterinário Túlio Moreira, administrador Cleiton Martins, engenheiro civil Fernando Munhoz e Osmar Alberto Pereira Pinto do Sindicato dos Alimentos e Padarias.

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POLÍTICA

TCE aponta superfaturamento de prefeitos de MT na pandemia

De acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra de cada um dos kits de testes COVID. As unidades foram compradas por R$ 1,3 mil

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O Consórcio alvo do TCE é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou superfaturamento no preço pago por testes de Covid-19 pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos (Cisva).

Conforme o TCE, a irregularidade ocorreu na compra de testes em 2020, em período agudo da pandemia. O julgamento da tomada de contas ocorreu nos últimos dias.

Ninguém do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos se pronunciou, até o momento. A tomada de contas ordinária foi instaurada pelo TCE para apurar irregularidades no certame emergencial.

Segundo o Tribunal de Contas, o consórcio intermunicipal comprou cerca de 70 kits de testes com a dispensa de licitação. O valor pago por esses kits foi de 91 mil reais. Ainda de acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra e cada um desses kits saiu por R$ 1,3 mil, enquanto que o estado, já tinha contrato firmado para entrega de itens parecidos, no valor de R$ 98,50.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Antônio Joaquim ponderou que, embora a compra tenha sido superfaturada, os agentes públicos envolvidos estão isentos do dano ao erário, uma vez que foi constatada conduta dolosa por parte das empresas beneficiadas, mas estendeu a eles a responsabilização pelo dano, por entender que houve erro grosseiro na aquisição dos testes.

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Assim, Antônio Joaquim julgou regulares as contas prestadas pelo presidente e demais servidores e irregulares as contas prestadas pelas empresas.

Suspensão da compra

O TCE havia suspendido a compra dos kits emergenciais devido aos indícios de sobrepreço, em junho 2020. O Consórcio é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

Durante a compra somente Juara possuía casos de pacientes com Covid-19, o que, segundo o TCE, não justifica a forma como foi procedida a aquisição dos testes.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos, presidido pelo prefeito de Porto dos Gaúchos (MT), Moacir Pinheiro Piovezan, afirmou que o valor pago no momento da compra estava de acordo com o valor de mercado e que se levou em consideração a ‘Lei da Oferta e Procura’.

O advogado do CISVA, Rony de Abreu Munhoz, disse, na época, que a comparação de preços realizada pelo TCE-MT foi com base em produtos distintos. Segundo ele, os produtos adquiridos pelo consórcio possuíam qualidade superior aos adquiridos pelo estado, que foram citados na ação.

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