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Derrotado em Rondonópolis, Luizão estaria propenso a não se candidatar em 2022

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Com mais de 20 mil votos em 2020, quando concorreu ao cargo de prefeito de Rondonópolis e só foi superado pelo reeleito, Zé do Pátio (SD), o empresário Luiz Fernando Homem de Carvalho, o Luizão (REPUBLICANOS), teria desanimado da política.

Cotado a concorrer ao cargo de deputado estadual, em 2022, Luizão teria concluído que sua dedicação à política atrapalharia os planos constantes de fortalecimento de seus negócios, em franca expansão por várias regiões de Mato Grosso.

Outro fator que pesa é que o parlamento não é lá algo que seduza Luizão, que prefere já entrar na política chefiando o Executivo. Ocorre que vencer uma eleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT poderia ser um importante trampolim para uma nova investida à Prefeitura.

A votação que o empresário teve no maior colégio eleitoral do interior reúne números suficientes pra colocar seu projeto a deputado estadual como viável. É importante ressaltar, contudo, que na sua contabilização agregou-se muito do chamado “antiPátio”, força política pela rejeição acumulada do atual prefeito.

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Em 2022 seria um momento ideal para o empresário provar, de fato, o quanto goza de prestígio com os rondonopolitanos e nas demais cidades, sobretudo onde possui investimentos.

 

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Obcecado pelo BRT, Mauro almoça com ministro do TCU

Inicialmente por meio do ministro, Aroldo Cedraz, e depois pelo pleno da Corte, a implantação do BRT se tornou suspensa

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Mendes almoçou com o ministro do TCU, Augusto Nardes, que é de Mato Grosso e atua no órgão onde o governador quer destravar sua manobra antiVLT

O governador, Mauro Mendes (UNIÃO), que visivelmente se sente plenamente reeleito, já começou a focar em agendas em que prepara o terreno para o que “fará em seu segundo mandato”. A principal meta do gestor estadual é retomar e conseguir implantar o BRT em Cuiabá/Várzea. Para tanto, pagará cerca de R$ 460 milhões à empresa, que soma/se a valores repassados à Caixa Econômica Federal – CEF para enterrar, inexplicavelmente, o projeto do VLT, que já havia consumido mais de R$ 1 bilhão.

Após intervenção do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), no Tribunal de Contas da União – TCU, em Brasília, o órgão reconheceu a falta de explicações técnicas e econômicas por parte de Mauro e barrou a implantação do BRT, inicialmente por meio do ministro, Aroldo Cedraz, e depois pelo pleno da Corte.

Desde então, o governador não consegue esconder o desconforto. Ele já chegou a pegar um avião e foi até Brasília se reunir com Aroldo e boa parte da bancada federal, buscando uma maneira de demover o ministro da ideia. Aroldo, contudo, se manteve firme.

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Nesta segunda-feira (8), Mendes almoçou com o também ministro do TCU, Augusto Nardes, que é de Mato Grosso, e não escondeu que trataria com ele sobre o BRT: “é uma boa pauta”.

Segundo Mendes, a decisão do TCU de barrar a construção do BRT é um “caso muito atípico”. “O TCU deu um parecer para uma obra que não tem atribuição do Tribunal de Contas. Não tem verba federal, não tem órgão federal envolvido nisso. É um absurdo, um verdadeiro absurdo. Mas eu espero que o TCU reconheça isso. O que é óbvio, que qualquer técnico com o menor nível de conhecimento sabe o que eu estou falando é a verdade. Então eu espero que o TCU reveja essa posição e não seja um paralisador de obras aqui no estado do Mato Grosso quando não tem verba federal que atrai a sua competência”, argumentou.

 

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