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Em MT, Eduardo Bolsonaro “enche a bola” de Medeiros e ressalta afinidade

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O deputado federal mais votado da história do país, Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do atual presidente, Jair Bolsonaro, esteve em Mato Grosso, nesta quinta-feira (17), para um encontro com representantes do AGRO, e em uma rápida conversa sobre política com a imprensa mostrou que a moral do deputado federal, José Medeiros (PODE), principal aliado dos Bolsonaros no estado, de fato, está muito alta com a família presidencial.

Questionado sobre o nome de Medeiros para 2022, Eduardo não pestanejou ao direcionar em sua fala grande confiança no ex-policial rodoviário federal. “Zé Medeiros sempre vai contar com minha simpatia.  Pode ser para senador, para governador… Só não vai ter para presidente, ainda…”, brincou.

Eduardo, porém, foi mais comedido que o pai e preferiu ainda não declarar, de maneira tão adiantada, que Medeiros será o candidato do grupo ao Senado Federal, embora o próprio presidente já tenha anunciado a decisão, de maneira pública.

Segundo o “03”, como costuma se referir Jair, basta apenas “acertar algumas questões políticas”, mas existe uma “grande chance” de Medeiros ter lugar de destaque na majoritária, em 2022, com apoio direto do presidente e de seus filhos. Eduardo citou, inclusive, uma consonância impressionante de pensamentos entre o pai e o mato-grossense.

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“É impressionante como existe uma afinidade de ideia e pensamentos do presidente com Zé Medeiros. Não só na parte da segurança, que ele é oriundo da PRF, eu sou da PF, mas no caso da infraestrutura, do agro. Em nível de conhecimento, preparado já está, esse não é o problema”, reiterou.

Após a fala de Bolsonaro a apoiadores, nos últimos meses, na saída do Palácio da Alvorada, de que Medeiros será seu candidato ao Senado Federal, em Mato Grosso, no ano que vem, o atual deputado federal também já se manifestou publicamente, ressaltando que cumprirá a missão e colocará seu nome à disposição do eleitorado.

Veja a manifestação de Eduardo sobre o deputado mato-grossense:

 

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Mauro ignora apelo ribeirinho e veta projeto de proteção ao Rio Cuiabá

Após o veto de Mendes, cabe a Assembleia Legislativa uma nova análise. O veto pode ser mantido ou derrubado em votação em plenário

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Mendes tem filho no ramo de PCHs, algo que defende abertamente em detrimento ao interesse protecionista

O governador Mauro Mendes (União Brasil) vetou integralmente, nesta semana, o projeto de lei que proibia a construção de usinas hidrelétricas (UHE) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) no Rio Cuiabá.

A medida foi aprovada em maio pela Assembleia Legislativa. A decisão de Mendes circulou em edição extra do Diário Oficial nesta terça-feira (5).

Na sua justificativa, Mendes disse que o dispositivo é inconstitucional por interferir em assunto cuja tratativa é de competência da União.

“Interfere na competência privativa da União para legislar sobre águas, violação ao art.22, IV da CF, bem como na competência material para explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão aproveitamento energético dos cursos de água; instituir sistema nacional de gerenciamento de recurso hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso”, disse na publicação.

De autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), o projeto colocava em discussão a viabilidade ambiental do projeto apresentado pela Maturati Participações e que visa a construção de PCHs na região.

Após o veto de Mendes, cabe a Assembleia Legislativa uma nova análise. O veto pode ser mantido ou derrubado em votação em plenário. Se derrubado, a expectativa é que Governo, mais uma vez, judicialize um tema que perdeu no parlamento, como tem feito em outras matérias.

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Entusiasta de PCHs

O governador já tinha sinalizado que seria contra o projeto de Wilson Santos, que atende apelo de ribeirinhos, sobretudo por ser um entusiasta das PCHs. Segundo já declarou Mendes, “represar água não mata rio”.

O olhar de Mauro sobre o assunto, contudo, pode ser conotação mais pessoal do que de gestão ambiental, já que seu filho, o fenômeno dos negócios, Luis Antônio Taveira Mendes, de apenas 24 anos, tem como um dos seus negócios o de PCHs, inclusive articula, junto com o genro do ex-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, a liberação de um licenciamento ambiental, por parte do Governo do Estado, para tocar o empreendimento de R$ 100 milhões.

 

 

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