CUIABÁ

POLÍTICA

Emanuel dá ultimato e pede que pré-candidatos deixem secretariado

Publicados

POLÍTICA

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que os secretários terão que deixar a gestão até 31 de janeiro, caso queiram disputar as eleições de 2022. O chefe do Executivo disse, nesta semana, que aguarda a confirmação dos gestores para decidir as substituições que terá que promover no alto escalão.

“Quem tiver algum plano para ser candidato tem todo direito, eu só pedi que não continuasse na gestão para não acabar se confundido no seu cargo. Não existe meio termo para Cuiabá, tem que ser 100%. Eles já estão sabendo disso e até então ninguém tinha confirmado. Contudo, quem quiser ser candidato terá que deixar a gestão até o dia 31 de janeiro”, disse durante a entrega da Avenida Síria, no Jardim Monte Líbano.

No Palácio Alencastro, pelo menos quatro nomes são cotados para encabeçar a disputa rumo à Assembleia Legislativa. Entre eles estão: Vanderlúcio Rodrigues (Limpeza Urbana de Cuiabá), Luís Cláudio (Governo), Juarez Samaniego (Mobilidade Urbana) e Edilene Machado (Educação).

Leia Também:  Justiça marca julgamento que pode cassar prefeito Kalil de VG

“Eu já dei o prazo e disso não vou abrir mão. Tem o Vanderlúcio, Luis Cláudio, a Edilene e Juarez que tava empolgado, mas parece que não está mais tão assim. Esses são os nomes que estão surgindo”, complementou. Ao final, o prefeito cuiabano disse ainda que vai reunir com os gestores nas próximas semanas para conversar sobre o assunto.

“Eu preciso ver a confirmação deles. O Vanderlúcio eu já conversei com ele essa semana e estou esperando o Luis Cláudio para falar com ele também. Ademais, eles já estão cientes que terão que deixar a gestão até 31 de janeiro”, finalizou.

Legalmente falando, qualquer um que esteja ocupando um cargo público de gestão precisa se descompatibilizar antes do início de abril, faltando seis meses para o pleito eleitoral, até para que não use do seu cargo para fazer campanha política.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA

Apressado, trio já se engalfinha por comando da ALMT em 2023

A ironia é que a própria Janaína é a atual vice-presidente reeleita da Casa e entende que seu nome no comando seria alternar o poder. 

Publicados

em

Janaína e Botelho já trocam farpas públicas, enquanto Russi adota o silêncio.. FOTO - Ednilson Aguiar/OLivre

A confiança na reeleição no pleito eleitoral de outubro é tão grande, que os atuais deputados estaduais, Max Russi (PSB), Eduardo Botelho (UB) e Janaína Riva (MDB) já travam uma batalha pesada nos bastidores visando o comando da próxima mesa diretora, a partir de janeiro de 2023.

A tensão atrás das cortinas, aliás, é tanta, que a Janaína externou, recentemente, a queda de braço e alfinetou o atual presidente, Eduardo Botelho, que recentemente retornou ao cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal – STF, isto porque já está em seu terceiro biênio como comandante da mesa diretora.

Em entrevista à Rádio Metrópole FM, Janaína foi dura ao dizer que a Assembleia “não tem dono” e que o seu comando precisa ser democrático. “Nós temos que acabar com esse coronelismo na Assembleia. Se Botelho e Max estão achando que vão ficar se perpetuando no poder, estão muito enganados. Porque eu não vou aceitar e os deputados não vão”, afirmou.

No seguimento da entrevista, a deputada foi pega na contradição, em virtude do pai, José Riva, ter ficado 20 anos no comando do parlamento e assumiu que o pai foi um dos “donos da ALMT”, teve que fazer uma crítica indireta familiar, mas reiterou que esse tipo de coisa acabou.

Leia Também:  Neri descarta dividir palanque com Fagundes por apoio de Mauro

“Meu pai foi dono da Assembleia como outros foram. […] E hoje nós temos uma legislação, que poderia até ter o nome de ‘Lei Riva’, que proíbe a troca de cargos entre primeiro-secretário e presidente. Essa legislação é extremamente importante para Assembleia parar de ter dono”, citou, referindo-se a manobra que era executada no passado pelo pai, que mantinha sempre o mesmo grupo no poder.

A emedebista mostrou estar obcecada pela gestão e disse que não aceitará que deputados tentem derrubar a legislação para se favorecer, ameaçando levar o povo pra dentro do plenário para fazer pressão nos colegas. Ela adiantou que fará oposição à Mesa Diretora, caso a intenção seja o seguimento dos mesmos.

A ironia é que a própria Janaína é a atual vice-presidente reeleita da Casa de Leis e entende que seu nome no comando seria alternar o poder.

Botelho reage

Como não poderia deixar de ser, Botelho reforçou que quem instituiu o modelo atual de comando do legislativo foi José Riva. “Quem criou isso dentro da Assembleia foi o pai dela. O Riva foi quem transformou a eleição de presidente, quem criou a reeleição. Agora é fácil [ela] falar, já usufruiu de tudo”, afirmou o atual presidente, em entrevista à TV Cidade Verde.

Leia Também:  Fábio Garcia leva invertida de Emanuelzinho, que aprova visita ao VLT

Em outro momento, o deputado cutucou novamente Janaína e disse que “acabou o negócio de acertinho”, reforçando que cada deputado decide a própria vida, criticando a preocupação antecipada da deputada, já que não se sabe sequer quem serão os 24 a estar no parlamento em 2022.

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA