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Emanuel detona “discursos fáceis e aventureiros” na política

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), disse em entrevista, nesta semana, que a “política deve ser feita por políticos” e repreendeu entrada de empresários, juristas, agropecuários, entre outros em cargos públicos, os quais classificou como “aventureiros”.

Segundo Pinheiro, aqueles que são melhores preparados para administrar a gestão pública ainda são os que a população prefere, os chamados políticos tradicionais. O prefeito citou que o povo tem mesmo que “desconfiar” dos discursos fáceis, dos “aventureiros”.

Emanuel defendeu um novo grupo para assumir o Governo do Estado em 2022 e é ativista de uma única de forças regionais para virar a página em Mato Grosso. “Eu defendo política por vocação, aquele que escolheu a política como sacerdócio e está aí há décadas sendo julgado pelo voto popular. Se eu sou bom empresário, eu continuo como empresário. Se eu sou bom procurador da República, continuo como procurador da República. Se eu sou bom promotor, continuo como promotor, se eu sou bom juiz, que continue na vida jurídica, se eu sou bom agricultor, continue como agricultor, já estão dando boa contribuição para o Brasil”, pontuou Pinheiro.

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O chefe do Executivo da capital lamenta que no Brasil as pessoas se destaque Em sua atividade e logo queiram ir para a política, demonizando quem já está nela. “Tentam jogar a sociedade contra quem ajudou a construir tudo isso que está aqui e tem papel fundamental na vida do estado. Então, eu defendo esse cara a cara, os verdadeiros políticos, com P maiúsculo, e não os pseudopolíticos, que se travestem de políticos, usam da classe política, se utilizam dela para atender seus interesses, suas necessidades. Não tem uma fulanização. Eu defendo a classe política. Para poder construir esse estado”, finalizou o prefeito.

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POLÍTICA

Filho e amigos do governador chocam mercado e acumulam mais de R$ 3,2 bilhões

O trio tem sociedade em uma empresa e possui em comum uma estreita relação com o grupo político que comanda Mato Grosso.

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Luis Mendes (filho do governador), Fábio Garcia e Hélio Palma (genro de Mauro Carvalho) acumulam números impressionantes de crescimento desde 2019

A vida do empresário mato-grossense não foi fácil de 2019 pra cá. Os empreendedores tiveram de enfrentar uma pandemia, que reduziu a receita em praticamente todos os setores e ainda encararam uma política severa de aumento de impostos executada pelo atual governador, Mauro Mendes (UNIÃO BRASIL).

Mesmo com todos os desafios acima citados, três jovens homens de negócio, em especial, conseguiram ultrapassar o mau momento com muita habilidade e escalaram com atípica velocidade o íngrime muro do sucesso no estado.

Os três, inclusive, embora majoritariamente atuem em negócios de áreas distintas, também são sócios em investimentos estratégicos e possuem em comum uma estreita relação com o grupo político que comanda Mato Grosso. Somados, os capitais sociais dos três ultrapassa a casa dos R$ 3,2 bilhões.

Luis

O primeiro deles, conforme já noticiado pelo MINUTO MT (relembre aqui), é o filho do governador, o jovem mato-grossense, Luis Antônio Taveira Mendes, de apenas 24 anos de idade, que mesmo com pouco mais de duas décadas de vida é sócio de 36 empresas, que juntas acumulam o  capital social de mais de R$ 2,7 bilhões, segundo o site transparencia.cc, que expõe dados recolhidos na Receira Federal e a situação de CNPJs pelo país.

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Hélio

Bem atrás, mas em segundo lugar nos números, surge o advogado, Hélio Palma de Arruda Neto, genro do ex-secretário chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, tido como um irmão pelo governador. Hélio atualmente também é sócio-proprietário em 36 empresas, segundo os registros realizados junto a órgãos reguladores no site  transparencia.cc. De maio de 2020 até junho de 2021, o empresário teve uma média surpreendente de três empresas abertas por mês.

Fábio

Outro nome um pouco mais velho e conhecido no meio político, mas que resolveu pegar a boa onda junto da “meninada” é o atual suplente de senador, Fábio Garcia (UNIÃO BRASIL), conhecido por ser o “pupilo” do governador. O pré-candidato a deputado federal, que declarou menos de R$ 3 milhões de patrimônio, nas eleições 2018, hoje é sócio em 27 negócios que totalizam um capital social de mais de R$ 200 milhões, segundo o site transparência.cc. 

Marchett e outros negócios

O trio de “garotos” empreendedores próximos de Mauro Mendes decidiu ainda entrar juntos em um negócio ao lado do sogro de Fábio Garcia, Eloi Marchett, e suas filhas. Desde 2019, a Fênix Complexo Industrial S/A, que possui capital social de mais de R$ 51 milhões, reúne Fábio, Hélio e Luis na mesma mesa. Na atividade principal da empresa consta “serviços combinados de escritório e apoio administrativo”.

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Hélio e Luis são sócios ainda em outros negócios, como em um projeto de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) que compreende 10 megawatts de potência e que está avaliado em R$ 100 milhões. Para o empreendimento andar, as PCHs dependem da liberação do licenciamento ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente – Sema, subordinada ao governador de Mato Grosso.

Nos últimos meses, pressionado por ambientalistas e ribeirinhos, o governador saiu em defesa de hidrelétricas e garantiu que elas não colocam a vida dos rios em risco. Em uma das mais polêmicas decisões, o governador vetou integralmente um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT que visava instituir uma proibição contínua da instalação de PCHs no curso do Rio Cuiabá.

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