CUIABÁ

PESQUISA PARA CÂMARA FEDERAL

Emanuelzinho surge favorito e bolsonaristas consolidados em MT

Tanto Emanuelzinho, com o MDB, bem como Medeiros e Barbudo, pelo PL, não devem ter problema com o desempenho da legenda

Publicados

POLÍTICA

Os três atuais deputados federais têm um bom horizonte para garantir a reeleição

Pesquisa Percent Brasil sobre as eleições para a Câmara Federal, em Mato Grosso, traz o deputado federal, Emanuelzinho (MDB), liderando com 4,5% das intenções de voto. Em segundo lugar, surge Nelson Barbudo (PL), com 3,3%, e em terceiro, José Medeiros (PL), com 2% das intenções de voto.

A pesquisa foi realizada com a técnica “Survey de Opinião” via telefone, com amostra de 812 pessoas, entre os dias 1 e 6 de junho de 2022. A margem de erro é de 3,44% para mais ou para menos. O registro é 00632/2022, na Justiça Eleitoral.

O método de pesquisa aplicado foi de pesquisa quantitativa com perguntas abertas e fechadas, em 87 municípios (dos 141) de Mato Grosso. Foi questionado ao eleitor, também, qual era o principal problema de onde vivem e o tema mais apresentado foi saúde pública, com 23,1%.

No voto espontâneo para deputado federal aparecem, ainda, Dr. Leonardo (Republicanos) com 0,9% das intenções de voto; Professora Rosa Neide (PT) com 0,8%; Janaina Riva (MDB) com 0,8% das intenções de voto; Alan Kardec (PSB) com 0,6%; Jayme Campos (UNIÃO) com 0,6%; Coronel Assis (UNIÃO) com 0,6%; Ulysses Moraes (PTB) com 0,5%.

Leia Também:  Beijo gay em apresentação artística cria polêmica no interior de MT

Há, ainda, outros citados com menos de 0,5% das intenções: Juarez Costa (MDB), Fábio Garcia (UNIÃO); Lúdio Cabral (PT); Roberto Farias; Carlos Bezerra (MDB); Neri Geller (PP); Cel Fernanda (PL); Rogerinho Dakar; Júlio Campos (UNIÃO); Wilson Santos (PSD); Irajá Lacerda (PSD); Abílio Júnior (PL); Tatá Amaral (UNIÃO); Nilson Leitão (PSDB); Dr. João (MDB); Zé do Pátio (PSB); Sargento Joelson (PSB); Antonio Bosaipo (UNIÃO); Otaviano Pivetta (Republicanos); Victório Galli (PTB); Carlos Abicalil (PT); Emídio Souza; José Maria; Elizeu Nascimento (PL); Serys (PSB); Rogério Neire; Max Russi (PSB); Eduardo Sanches; Rogério Silva; Fábio Junqueira; Valtenir Pereira (MDB); Dr.Arnaldo; Túlio Casado (PSB); Pedro Satélite (PSD); Sebastião Rezende (UNIÃO); Diego Guimarães (Cidadania); Dr.Eugênio (PSB).

BOM PANORAMA

No caso dos três primeiros, tanto Emanuelzinho, com o MDB, bem como Medeiros e Barbudo, pelo PL, não devem ter problema que a legenda que fazem parte alcance o quociente eleitoral, ou seja, não correm risco de serem bem votados e ficarem de fora, como ocorrerá em outras siglas.

Leia Também:  Prefeita gasta mais de R$ 1 milhão com Luan Santana, Zé Felipe e cia

Em 2022, será a primeira eleição para deputado estadual e federal, as chamadas proporcionais, onde não será possível coligar, ou seja, cada partido ou federação terá que dar um jeito de atingir legenda de maneira individual. Para este ano, o quociente eleitoral deve manter a margem acima de 185 mil votos somados na chão para garantir a eleição de um.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA

TCE aponta superfaturamento de prefeitos de MT na pandemia

De acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra de cada um dos kits de testes COVID. As unidades foram compradas por R$ 1,3 mil

Publicados

em

O Consórcio alvo do TCE é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou superfaturamento no preço pago por testes de Covid-19 pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos (Cisva).

Conforme o TCE, a irregularidade ocorreu na compra de testes em 2020, em período agudo da pandemia. O julgamento da tomada de contas ocorreu nos últimos dias.

Ninguém do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos se pronunciou, até o momento. A tomada de contas ordinária foi instaurada pelo TCE para apurar irregularidades no certame emergencial.

Segundo o Tribunal de Contas, o consórcio intermunicipal comprou cerca de 70 kits de testes com a dispensa de licitação. O valor pago por esses kits foi de 91 mil reais. Ainda de acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra e cada um desses kits saiu por R$ 1,3 mil, enquanto que o estado, já tinha contrato firmado para entrega de itens parecidos, no valor de R$ 98,50.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Antônio Joaquim ponderou que, embora a compra tenha sido superfaturada, os agentes públicos envolvidos estão isentos do dano ao erário, uma vez que foi constatada conduta dolosa por parte das empresas beneficiadas, mas estendeu a eles a responsabilização pelo dano, por entender que houve erro grosseiro na aquisição dos testes.

Leia Também:  Justiça Eleitoral define o máximo de gasto nas campanhas 2022 em MT

Assim, Antônio Joaquim julgou regulares as contas prestadas pelo presidente e demais servidores e irregulares as contas prestadas pelas empresas.

Suspensão da compra

O TCE havia suspendido a compra dos kits emergenciais devido aos indícios de sobrepreço, em junho 2020. O Consórcio é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

Durante a compra somente Juara possuía casos de pacientes com Covid-19, o que, segundo o TCE, não justifica a forma como foi procedida a aquisição dos testes.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos, presidido pelo prefeito de Porto dos Gaúchos (MT), Moacir Pinheiro Piovezan, afirmou que o valor pago no momento da compra estava de acordo com o valor de mercado e que se levou em consideração a ‘Lei da Oferta e Procura’.

O advogado do CISVA, Rony de Abreu Munhoz, disse, na época, que a comparação de preços realizada pelo TCE-MT foi com base em produtos distintos. Segundo ele, os produtos adquiridos pelo consórcio possuíam qualidade superior aos adquiridos pelo estado, que foram citados na ação.

Leia Também:  Beijo gay em apresentação artística cria polêmica no interior de MT
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA