CUIABÁ

SUSPEITA DE CRIME POLÍTICO

Escritório do deputado Thiago Silva é invadido por bandidos

O parlamentar não descarta que o ato criminoso tenha cunho político

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O local foi encontrado todo revirado. Por fim, três notebooks e pastas com documentos foram levados.

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) foi surpreendido, nesta manhã de sábado (2), ao receber a notícia do arrombamento de seu escritório, localizado na região central de Rondonópolis, por marginais durante a madrugada.

O local, que é utilizado para os assessores do parlamentar exercerem as suas atividades e no atendimento ao público, foi todo revirado. Como as eleições se aproximam, o deputado não descarta que o ato criminoso tenha cunho eleitoral.

“Não é de hoje que estamos sofrendo essas perseguições políticas. Eles abriram todas as gavetas, mexeram em todos os documentos, espalharam papéis por todos os lados, roubaram três computadores e pastas referente ao trabalho parlamentar.

O deputado relata que quebraram o portão da frente e adentraram o local. Logo, os bandidos tentaram arrombar a porta de fundos do escritório, com a ferramenta pé de cabra, mas não conseguiram.

Com isso, utilizaram a mesma na janela próxima à porta e entraram por ela. Assim, reviraram todo o escritório, roubando três notebooks e pastas com documentos. “Esperamos que a justiça seja feita e sejam identificados os culpados deste ato criminoso”, posiciona o deputado.

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Thiago Silva já realizou contatos junto com as Polícias Civil e Militar e pedirá a intervenção da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), já que esse ato não é o primeiro que ocorre em Rondonópolis.

Ele explica que há uma semana atrás, uma vereadora do município, também enfrentou uma situação semelhante à dele – o que comprova ainda mais que há um possível envolvimento político por trás desses crimes.

 

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Mauro vê plágio em plano de Governo de Márcia e Emanuel ironiza

Grupo de oposição quer colocar em prática aquilo que o governador, enquanto candidato, teorizou e nunca entregou

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Emanuel é o coordenador da campanha de Márcia e vai explorar os desgastes do atual gestor para dar fôlego ao projeto oposicionista. FOTO - Marcus Vallant GD

A candidata a governadora de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), rebateu a acusão de que seu plano de governo é plágio das propostas apresentadas por Mauro Mendes (UB), nas eleições de 2018.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), coordenador da campanha de Márcia, disse que as propostas descritas no Plano de Governo de Marcia atendem exatamente a necessidades universais não cumpridas pela atual gestão do Estado.

Dentre os pontos, cita o pagamento da Revisão Geral (RGA) e a valorização dos servidores públicos. “Não se trata de nenhum demérito. É uma questão de redação. E se o gestor atual não conseguiu cumprir o que havia prometido, é uma necessidade do povo, vai constar no Plano de Governo”, Emanuel Pinheiro (MDB).

A coordenação da campanha a reeleição de Mauro apontou que 23 compromissos protocolados na Justiça Eleitoral em 2018 pelo então candidato e atual governador Mauro Mendes (UB) foram plagiados, na íntegra, pela candidata de oposição Márcia Pinheiro (PV), em seu Plano de Governo das eleições de 2022.
No total, 71 propostas de Mauro em 2018 foram alvo de “inspiração” para a primeira-dama de Cuiabá, sendo 23 integralmente copiadas. De acordo com Emanuel, “o fato de serem propostas idênticas ou semelhantes deve-se, exclusivamente, a inoperância da atual gestão que não cumpre o que promete. E, logicamente, o debate deve ser retomado. Se é uma necessidade da população, o assunto retornará a pauta”, asseverou.

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Quanto à entrega do novo hospital municipal de Cuiabá , o coordenador lembra que foi a gestão Emanuel Pinheiro quem finalizou e entregou à população de todo estado o maior e mais moderno hospital de Cuiabá, obra que foi prometida pelo então prefeito Mauro Mendes e que não foi entregue.

Hoje, em razão da desassistência da saúde no interior do Estado, o novo pronto-socorro é a referência a milhares de moradores de Mato Grosso e a citação à construção, descrita no Plano de Governo, trata-se de um erro da equipe redatora e será devidamente corrigido.

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