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RUIM PARA NATASHA

Federação esquerdista deve anunciar chapa feminina em MT

A presença de mais uma mulher no pleito tira da pré-candidata do PSB ao Senado Federal, Natasha Slhessarenko, a posição de nome da esquerda

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POLÍTICA

A ex-reitora da UFMT, Maria Lucia Cavalli (PCdoB), deve disputar o Governo do Estado

Os dirigentes da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) em Mato Grosso definirão, na sexta-feira (24), quais serão os nomes que deverão disputar as eleições majoritárias neste ano.

A tendência, contudo, é que seja formada uma chapa feminina para a disputa majoritária, com forte apelo nas bases, sobretudo estudantis.

A ex-reitora da UFMT, Maria Lucia Cavalli (PCdoB), que concorreu ao Senado Federal, em 2020, é favorita para ser pré-candidata ao Governo do Estado.

Já a professora Enelinda Scalla (PT) é um nome forte ao Senado Federal, mas tem a “concorrência” da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV).

Má notícia para Natasha 

Natasha deve ter crescimento freado

A presença de mais uma mulher no pleito não deve ser bem recebido pelo grupo político da pré-candidata do PSB ao Senado Federal, Natasha Slhessarenko, sobretudo porque tira da médica a posição de única opção da esquerda.

A tendência é que o nome escolhido pela Federação ganhe força na esteira da candidatura majoritária ao Governo do Estado do grupo, que vai se esforçar para montar um palanque relevante a Lula (PT).

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Assim como deve acontecer com votos da “direita bolsonarista”, que devem pulverizar em Wellington Fagundes (PL), Antônio Galvan (PTB) e Neri Geller (PP), o eleitoral progressista, tradicionalmente minoritário no estado, também deixa de ver na filha de Serys a única saída.

Embora não esteja adotando um discurso de esquerda e até tenha forçado uma composição com o centrista, Mauro Mendes (UB), que busca a reeleição no Governo do Estado, Natasha aposta no recall da mãe, nome histórico do PT em Mato Grosso.

 

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POLÍTICA

VEJA aponta Bolsonaro 15 pontos à frente de Lula em MT

Segundo média de pesquisas publicadas, o atual mandatário crava 47,7% da preferência no estado e o ex-presidente petista surge com 32,6%.

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Em nenhum outro estado analisado o presidente tem o índice de aprovação popular mais alto que Mato Grosso. A diferença em relação a Lula, porém, é maior no Acre

Levantamento da empresa de consultoria Vector Research, publicado no site da revista Veja, nesta semana, confirma o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), absoluto em Mato Grosso.

O levantamento traçou um paralelo direto entre Bolsonaro e Lula (PT), seu principal adversário e com quem deve, de fato, disputar diretamente o maior cargo do país nas urnas, em 2022.

Os números confirmam a liderança bolsonaristas em Mato Grosso com 15 pontos percentuais de frente, com o atual mandatário cravando 47,7% da preferência e o ex-presidente petista surgindo com 32,6%.

Cenário geral

Embora em solo mato-grossense o índice de apoio bolsonarista seja o maior registrado, do ponto de vista de vantagem direta sobre Lula, ou seja, de diferença entre um e outro, o estado mais bolsonarista é o Acre.

Por lá, são mais de 18 pontos de frente do atual presidente. Enquanto Bolsonaro chega a ter 47,4% das intenções de voto, Lula surge com 29,1%.

Diferença similar ocorre, também, em Santa Catarina, onde Bolsonaro supera Lula por 45,1% a 29%. A liderança se mantém acima do patamar de 40% em Goiás, com 42,4% contra 32,1% do petista..

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O MAIS PETISTA

Do outro lado dos números, o Piauí é onde Lula (PT) tem a maior vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), com mais de 46 pontos de diferença.

O ex-presidente tem 64,2% de preferência entre os eleitores do estado nordestino, enquanto o presidente que busca a reeleição marca 17,3%.

Apanhado geral

O mapa da disputa presidencial nos estados foi montado pela Vector Research a partir de uma análise média com pesquisas de 15 institutos, realizadas entre os dias 6 de maio e 29 de junho em 24 estados (exceto Amapá e Rondônia) e no Distrito Federal.

A empresa preferiu restringir a análise à dupla de atuais líderes nas sondagens.

Veja abaixo os índices comparativos entre os principais candidatos à Presidência da República por estado:

 

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