CUIABÁ

VOANDO SEM INSTRUMENTOS

Filha de Serys bajula Mendes, tieta Eraí e se perde na corrida pelo Senado

A estratégia de tentar se aproximar, a não ser que esteja valorizando o passe para deputada federal ou estadual, não faz o menor sentido.

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POLÍTICA

Natasha tenta repetir os feitos da mãe, que venceu Dante de Oliveira e Carlos Bezerra, em 2002, pelo mesmo Senado, mas se mexe errado

A pré-candidata ao Senado Federal, Natasha Slhessarenko (PSB), filha da ex-senadora Serys Slhessarenko, ensaiou a montagem de um discurso de renovação para tentar repetir o ousado feito da mãe, há 10 anos atrás, pelo PT, mas já caiu nos braços da velha política.

Neste fim de semana, a médica acompanhou a comitiva do governador Mauro Mendes (União Brasil), em Campo Verde e em outras cidades da região sul, e vem se “derretendo” pelo gestor estadual na imprensa e sempre que tem a oportunidade de falar.

“É muito importante a gente viajar e conhecer a realidade do nosso Estado. Campo Verde é uma potência, que está em pleno desenvolvimento e cada centavo investido retorna em produção e contribui para a economia de Mato Grosso”, disse Natasha, acompanhada do deputado estadual Max Russi (PSB).

A estratégia, contudo, a não ser que Natasha esteja valorizando seu passe para concorrer a deputada federal ou estadual, não faz o menor sentido, já que Mauro está 99% fechado com Wellington Fagundes (PL) e, caso aquele 1% ocorra, estará junto com Neri Geller (PP).

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A imaturidade política da pré-candidata em ficar “perdendo tempo” batendo palma para o governador, quando poderia estar usando seu precioso momento de pré-campanha  para tentar ficar mais conhecida do eleitorado, culminou em uma foto divulgada pela imprensa onde ela “tieta” o megaempresário Eraí Maggi, figura que personifica o baronato da soja, talvez maior financiador de campanhas no estado.

Natasha e Eraí Maggi, posando para as redes sociais

Só pra registrar, também não há qualquer chance de Eraí apoiar Natasha, que, cada vez mais; se assemelha a aquele sujeito ruim de xaveco, que dá em cima de todo mundo e no fim da noite termina “sem pegar ninguém”. No fim das contas, a novata deve sobrar em chapa inviável ao Senado e sem discurso.

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POLÍTICA

TCE aponta superfaturamento de prefeitos de MT na pandemia

De acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra de cada um dos kits de testes COVID. As unidades foram compradas por R$ 1,3 mil

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O Consórcio alvo do TCE é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou superfaturamento no preço pago por testes de Covid-19 pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos (Cisva).

Conforme o TCE, a irregularidade ocorreu na compra de testes em 2020, em período agudo da pandemia. O julgamento da tomada de contas ocorreu nos últimos dias.

Ninguém do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos se pronunciou, até o momento. A tomada de contas ordinária foi instaurada pelo TCE para apurar irregularidades no certame emergencial.

Segundo o Tribunal de Contas, o consórcio intermunicipal comprou cerca de 70 kits de testes com a dispensa de licitação. O valor pago por esses kits foi de 91 mil reais. Ainda de acordo com o TCE, houve superfaturamento na compra e cada um desses kits saiu por R$ 1,3 mil, enquanto que o estado, já tinha contrato firmado para entrega de itens parecidos, no valor de R$ 98,50.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Antônio Joaquim ponderou que, embora a compra tenha sido superfaturada, os agentes públicos envolvidos estão isentos do dano ao erário, uma vez que foi constatada conduta dolosa por parte das empresas beneficiadas, mas estendeu a eles a responsabilização pelo dano, por entender que houve erro grosseiro na aquisição dos testes.

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Assim, Antônio Joaquim julgou regulares as contas prestadas pelo presidente e demais servidores e irregulares as contas prestadas pelas empresas.

Suspensão da compra

O TCE havia suspendido a compra dos kits emergenciais devido aos indícios de sobrepreço, em junho 2020. O Consórcio é formado pelos municípios de Juara, Tabaporã, Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte.

Durante a compra somente Juara possuía casos de pacientes com Covid-19, o que, segundo o TCE, não justifica a forma como foi procedida a aquisição dos testes.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Arinos, presidido pelo prefeito de Porto dos Gaúchos (MT), Moacir Pinheiro Piovezan, afirmou que o valor pago no momento da compra estava de acordo com o valor de mercado e que se levou em consideração a ‘Lei da Oferta e Procura’.

O advogado do CISVA, Rony de Abreu Munhoz, disse, na época, que a comparação de preços realizada pelo TCE-MT foi com base em produtos distintos. Segundo ele, os produtos adquiridos pelo consórcio possuíam qualidade superior aos adquiridos pelo estado, que foram citados na ação.

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