CUIABÁ

QUER REPETIR HISTÓRIA DA MÃE

Filha de Serys se reúne com Alckmin em busca de viabilizar Senado

A ideia de Natasha é repetir a trajetória da mãe, Serys Slhessarenko, e se aproveitar de um provável embate entre Wellington e Geller

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POLÍTICA

Apesar da meta ousada, Natasha encontra sérias dificuldades para convencer o próprio partido sobre sua candidatura

A médica, Natasha Slhessarenko (PSB), esteve com o ex-governador de São Paulo e pré-candidato a vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), neste início de semana, em Brasília, e aproveitou para articular apoio de Geraldo para sua candidatura ao Senado Federal, em Mato Grosso.

Confirmada como pré-candidata ao cargo, a médica tem tido dificuldades para convencer seu partido a abraçar sua candidatura. A oficialização esbarra na possibilidade de o PSB apoiar a candidatura do deputado federal Neri Geller (PP), que também pleiteia cadeira no Senado.

Na ocasião, Alckmin – que deverá concorrer ao lado de Lula (PT) nestas eleições – falou da importância do ingresso de mais mulheres na política. Esta é a segunda vez que Natasha se encontra com Alckmin. A primeira conversa foi realizada no final de março, quando esteve em São Paulo.

Na oportunidade, foram discutidos o cenário político nacional e mato-grossense. A ideia de Natasha é repetir a trajetória da mãe, Serys Slhessarenko, e se aproveitar de um provável embate entre Wellington Fagundes (PL) e Neri Geller (PP) para, correndo por fora, conquistar uma improvável vitória.

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Serys foi eleita a primeira mulher senadora no estado de Mato Grosso em 2002, ano da que Lula conquistou seu primeiro mandato pelo PT, mesmo partido da então parlamentar mato-grossense. Na ocasião, a ex-senadora venceu, nada mais e nada menos, que os ex-governadores Carlos Bezerra e Dante de Oliveira.

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POLÍTICA

CPI aponta improbidade e pede afastamento de secretária filha de prefeito

O relatório, finalizado nos últimos dias, enquadra Viviane em improbidade administrativa e agora segue para encaminhamento do MPE

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Viviane Orlato, filha do prefeito Nelson Orlato, de Pedra Preta, é acusada por quatro servidores de diversos abusos contra os trabalhadores.

O relatório de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, instaurada na Câmara Municipal de Pedra Preta, concluiu que são procedentes as denúncias que apontam assédio moral, por parte da secretária de saúde da cidade de Pedra Preta (240 KM de Cuiabá), Viviane Santana Orlato, filha do prefeito local, Nelson Orlato (PSB), contra servidores municipais.

O relatório, finalizado nos últimos dias, enquadra Viviane em improbidade administrativa. Instalada no início de fevereiro, a CPI teve como base o relato de quatro testemunhas que reforçaram  diversas ações, por parte da secretária, que extrapolaram qualquer limite do razoável dentro do relacionamento hierárquico.

Os denunciantes, que não são especificamente do mesmo posto de trabalho, registraram ainda um boletim de ocorrência onde citam diversas condutas de Viviane atentando contra sua lá dignidades psíquicas e, por reiterada vezes, expondo os trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras. No relatório da CPI, cita-se o artigo 140 do Código Penal, relacionando a filha do gestor municipal ao crime de injúria.

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Segundo o relator da CPI, o vereador João Marco Amorim (DC), a conclusão do inquérito parlamentar será encaminhado ao Ministério Público Estadual – MPE com a recomendação pelo afastamento imediato da chefe da pasta de saúde. “A comissão não tem o poder de afastar a secretária, por isso enviamos relatório ao Ministério Público e se a promotora tiver o mesmo entendimento que nós aí é competência do MP tomar a decisão”, ressaltou o parlamentar, que cumpriu a palavra de não deixar qualquer tipo de interferência política externa interferir nas oitivas e no trabalho de investigação legislativa.

O possível atentado de Viviane contra a saúde mental dos envolvidos, antes mesmo do relatório da CPI, também já foi materializado ao MPE. São citadas perseguições evidenciadas em remanejamentos administrativos de cargos, ligações fora de hora de trabalho, cobranças excessivas e feitas de maneira descontrolada, dentre outros exemplos.

Segundo o apurado pelo MINUTO MT, em meio às vítimas existem, pelo menos, dois casos de pessoas que precisaram de ajuda psiquiátrica e que tiveram de adotar tratamento medicamentoso contra ansiedade e síndrome do pânico, depois de episódios repetidos e traumáticos no ambiente de trabalho, envolvendo a secretária. Em um caso mais grave, uma servidora teria tentado suicídio.

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Lei do Stalking

Criminalmente falando, caso as denúncias contra a secretária sejam confirmadas, ela poderá sofrer os efeitos punitivos da recente Lei 14.132, aprovada em 2021, conhecida como Lei do Stalking, que prevê como pena reclusão de seis meses até dois anos, além de multa.

O texto tipificou como crime no Código Penal o ato de “Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”.

Espaço aberto

A Administração Municipal de Pedra Preta, seja por meio de Viviane, do pai, Nelson Orlato, ou do corpo jurídico, ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido. O espaço segue aberto.

Filha do prefeito seria a razão de crises de síndrome do pânico e até de tentativa de suicídio entre os trabalhadores da área da saúde, a qual comanda

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