CUIABÁ

BANDEIRA DE BOLSONARO

Governador expõe aversão ao porte de arma e chama medida de populista

A fala veio em meio a um comentário sobre o Projeto de Lei nº 39/2022, de autoria do deputado estadual, Ulysses Moraes (PTB)

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POLÍTICA

Governador quer o apoio do presidente, mas não consegue esconder diferença de ideologia com o chefe da República e seus apoiadores

Mesmo após o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), vir a público dizer que o apoiará nas eleições 2022, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (UNIÃO), criticou aquela que é uma das principais bandeirantes do atual mandatário nacional e disse que não concorda com o armamento da população e que esta não deve ser uma estratégia de segurança pública.

A fala veio em meio a um comentário sobre o Projeto de Lei nº 39/2022, de autoria do deputado estadual, Ulysses Moraes (PTB), que visa a liberação do porte de armas para atiradores esportivos (os CACs) no estado. Mauro classificou políticos que fazem tal defesa de oportunistas atrás de “ganhar um votozinho”.

“A segurança pública no Brasil, ao meu ver, não passa por armar a população. Seria combater a violência preparando as pessoas para violência. Há formas muito mais eficientes para fazer segurança pública, promover justiça social, investir mais em educação, punir mais duramente os crimes que já existem nesse país e que são mal e porcamente punidos”.

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Bolsonaristas repercutiram a fala apontando a contradição da aliança política de Mauro e Bolsonaro. O deputado estadual de direita, Claudinei Lopes (PL), que é delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, criticou as falas do governador e afirmou que para o gestor é fácil descartar que o cidadão tenha esse direito de defesa, já que Mendes conta com um “batalhão” de mais de 80 militares em sua segurança particular.

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POLÍTICA

VEJA aponta Bolsonaro 15 pontos à frente de Lula em MT

Segundo média de pesquisas publicadas, o atual mandatário crava 47,7% da preferência no estado e o ex-presidente petista surge com 32,6%.

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Em nenhum outro estado analisado o presidente tem o índice de aprovação popular mais alto que Mato Grosso. A diferença em relação a Lula, porém, é maior no Acre

Levantamento da empresa de consultoria Vector Research, publicado no site da revista Veja, nesta semana, confirma o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), absoluto em Mato Grosso.

O levantamento traçou um paralelo direto entre Bolsonaro e Lula (PT), seu principal adversário e com quem deve, de fato, disputar diretamente o maior cargo do país nas urnas, em 2022.

Os números confirmam a liderança bolsonaristas em Mato Grosso com 15 pontos percentuais de frente, com o atual mandatário cravando 47,7% da preferência e o ex-presidente petista surgindo com 32,6%.

Cenário geral

Embora em solo mato-grossense o índice de apoio bolsonarista seja o maior registrado, do ponto de vista de vantagem direta sobre Lula, ou seja, de diferença entre um e outro, o estado mais bolsonarista é o Acre.

Por lá, são mais de 18 pontos de frente do atual presidente. Enquanto Bolsonaro chega a ter 47,4% das intenções de voto, Lula surge com 29,1%.

Diferença similar ocorre, também, em Santa Catarina, onde Bolsonaro supera Lula por 45,1% a 29%. A liderança se mantém acima do patamar de 40% em Goiás, com 42,4% contra 32,1% do petista..

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O MAIS PETISTA

Do outro lado dos números, o Piauí é onde Lula (PT) tem a maior vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), com mais de 46 pontos de diferença.

O ex-presidente tem 64,2% de preferência entre os eleitores do estado nordestino, enquanto o presidente que busca a reeleição marca 17,3%.

Apanhado geral

O mapa da disputa presidencial nos estados foi montado pela Vector Research a partir de uma análise média com pesquisas de 15 institutos, realizadas entre os dias 6 de maio e 29 de junho em 24 estados (exceto Amapá e Rondônia) e no Distrito Federal.

A empresa preferiu restringir a análise à dupla de atuais líderes nas sondagens.

Veja abaixo os índices comparativos entre os principais candidatos à Presidência da República por estado:

 

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