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Guru de Bolsonaro, Olavo de Carvalho morre aos 74 anos nos EUA

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O escritor e filósofo, Olavo de Carvalho, conhecido por ser o “guru” do presidente da República, Jair Bolsonaro, faleceu, aos 74 anos, na noite de ontem (24), nos Estados Unidos da América. A notícia da morte foi comunicada pela família nas redes sociais do autor, durante a madrugada no Brasil.

Segundo a postagem no Twitter, Olavo estava hospitalizado na região de Richmond, no estado da Virgínia (EUA). Oficialmente, a causa da morte ainda não foi divulgada, mas há anos o pensador sofria com uma saúde já bem debilitada. Recentemente, havia sido diagnosticado com COVID-19 e cancelou aulas on-line.

Em julho deste ano, o escritor havia sido internado no Instituto do Coração, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCor), em São Paulo. Nessa ocasião, foi submetido a um cateterismo. Depois de receber alta, teve novas complicações e passou mais de quatro meses internado na clínica Saint Marie, na Zona Sul da capital paulista.

No dia 9 de novembro, ainda internado, Olavo recebeu uma intimação para depor num inquérito sobre a existência de milícias digitais. Logo depois disso, ele deixou a clínica sem avisar e voltou para os Estados Unidos.

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Olavo de Carvalho nasceu em Campinas, interior de SP, em 1947, era cardiopata e portador da Doença de Lyme, infecção transmitida por carrapatos. Professor, filósofo e apoiador do conservadorismo, o escritor deixa a esposa, Roxane, oito filhos e 18 netos.

“A família agradece a todos os amigos as mensagens de solidariedade e pede orações pela alma do professor”, diz a publicação feita pela família de Carvalho nas redes sociais, na madrugada desta terça-feira, 25.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestou durante a madrugada sobre o falecimento. “Nos deixa hoje um dos maiores pensadores da história do nosso país”, escreveu em seu perfil no Twitter.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, também homenageou o influenciador. Na postagem, disse que “seus livros, vídeos e ensinamentos permanecerão por muito tempo ainda.”
Discípulos de Carvalho integraram o governo de Bolsonaro, como os ex-ministros Abraham Weintraub (Educação), Ernesto Araújo (Itamaraty) e Ricardo Vélez (Educação). Outros alunos do filósofo estão no Congresso Nacional caso do deputado federal, Filipe Barros, e do próprio Eduardo Bolsonaro. Até na imprensa, com quem Olavo sempre trocou farpas, ele tem  seguidores atuando, como maior exemplo o polêmico Allan dos Santos.
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Apressado, trio já se engalfinha por comando da ALMT em 2023

A ironia é que a própria Janaína é a atual vice-presidente reeleita da Casa e entende que seu nome no comando seria alternar o poder. 

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Janaína e Botelho já trocam farpas públicas, enquanto Russi adota o silêncio.. FOTO - Ednilson Aguiar/OLivre

A confiança na reeleição no pleito eleitoral de outubro é tão grande, que os atuais deputados estaduais, Max Russi (PSB), Eduardo Botelho (UB) e Janaína Riva (MDB) já travam uma batalha pesada nos bastidores visando o comando da próxima mesa diretora, a partir de janeiro de 2023.

A tensão atrás das cortinas, aliás, é tanta, que a Janaína externou, recentemente, a queda de braço e alfinetou o atual presidente, Eduardo Botelho, que recentemente retornou ao cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal – STF, isto porque já está em seu terceiro biênio como comandante da mesa diretora.

Em entrevista à Rádio Metrópole FM, Janaína foi dura ao dizer que a Assembleia “não tem dono” e que o seu comando precisa ser democrático. “Nós temos que acabar com esse coronelismo na Assembleia. Se Botelho e Max estão achando que vão ficar se perpetuando no poder, estão muito enganados. Porque eu não vou aceitar e os deputados não vão”, afirmou.

No seguimento da entrevista, a deputada foi pega na contradição, em virtude do pai, José Riva, ter ficado 20 anos no comando do parlamento e assumiu que o pai foi um dos “donos da ALMT”, teve que fazer uma crítica indireta familiar, mas reiterou que esse tipo de coisa acabou.

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“Meu pai foi dono da Assembleia como outros foram. […] E hoje nós temos uma legislação, que poderia até ter o nome de ‘Lei Riva’, que proíbe a troca de cargos entre primeiro-secretário e presidente. Essa legislação é extremamente importante para Assembleia parar de ter dono”, citou, referindo-se a manobra que era executada no passado pelo pai, que mantinha sempre o mesmo grupo no poder.

A emedebista mostrou estar obcecada pela gestão e disse que não aceitará que deputados tentem derrubar a legislação para se favorecer, ameaçando levar o povo pra dentro do plenário para fazer pressão nos colegas. Ela adiantou que fará oposição à Mesa Diretora, caso a intenção seja o seguimento dos mesmos.

A ironia é que a própria Janaína é a atual vice-presidente reeleita da Casa de Leis e entende que seu nome no comando seria alternar o poder.

Botelho reage

Como não poderia deixar de ser, Botelho reforçou que quem instituiu o modelo atual de comando do legislativo foi José Riva. “Quem criou isso dentro da Assembleia foi o pai dela. O Riva foi quem transformou a eleição de presidente, quem criou a reeleição. Agora é fácil [ela] falar, já usufruiu de tudo”, afirmou o atual presidente, em entrevista à TV Cidade Verde.

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Em outro momento, o deputado cutucou novamente Janaína e disse que “acabou o negócio de acertinho”, reforçando que cada deputado decide a própria vida, criticando a preocupação antecipada da deputada, já que não se sabe sequer quem serão os 24 a estar no parlamento em 2022.

 

 

 

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