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REPERCUSSÃO

Juca do Guaraná diz que caso Paccola não mancha imagem da Câmara

Marcos Paccola matou um agente socioeducativo com três tiros na noite de sexta-feira (01), durante uma confusão na frente de uma distribuidora

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POLÍTICA

Líder legislativo aguarda investigações, mas já é pressionado a agir pelo afastamento de parlamentar.

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Juca do Guaraná (MDB), afirmou, nesta semana, que a morte do agente socioeducativo, Alexandre Miyagawa, 41 anos, cometida pelo vereador tenente coronel Marcos Paccola (Republicanos), foi um “caso isolado e não suja a imagem” da Casa de Leis.

Logo após a sessão, Juca foi questionado se o caso do Paccola não voltaria a manchar a imagem da Casa de Leis. “É um caso isolado. Quando você fala de um deputado, não pode falar Assembleia Legislativa. Quando você fala de um magistrado, não pode falar que é o Tribunal de Justiça. E, assim, quando você fala de um vereador, não se pode falar da Câmara. Temos atitudes de vereadores aqui que têm honrado o nome desta Casa, então, fale da pessoa e não da instituição”, destacou.

A Câmara Municipal já passou por vários escândalos envolvendo vereadores e vinha trabalhando para reestabelecer sua imagem e deixar a alcunha de “Casa dos Horrores”. “Estamos trabalhando aqui com todos os vereadores para reestabelecer esse respeito, que voltamos a ganhar da população cuiabana”, afirmou Juca.

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Marcos Paccola matou o agente com três tiros na noite de sexta-feira (01), durante uma confusão na frente de uma distribuidora de bebidas no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá. Ainda conforme Juca do Guaraná, a Comissão de Ética está acompanhando o trabalho realizado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), para desvendar se, de fato, o parlamentar agiu em legítima defesa ou não.

Enquanto o trabalho é realizado, o vereador permanece no cargo. Entretanto, a vereadora Edna Sampaio (PT) protocolou um pedido de afastamento e cassação do mandato de Paccola, que deverá ser analisado esta semana.

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POLÍTICA

Mauro vê plágio em plano de Governo de Márcia e Emanuel ironiza

Grupo de oposição quer colocar em prática aquilo que o governador, enquanto candidato, teorizou e nunca entregou

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Emanuel é o coordenador da campanha de Márcia e vai explorar os desgastes do atual gestor para dar fôlego ao projeto oposicionista. FOTO - Marcus Vallant GD

A candidata a governadora de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), rebateu a acusão de que seu plano de governo é plágio das propostas apresentadas por Mauro Mendes (UB), nas eleições de 2018.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), coordenador da campanha de Márcia, disse que as propostas descritas no Plano de Governo de Marcia atendem exatamente a necessidades universais não cumpridas pela atual gestão do Estado.

Dentre os pontos, cita o pagamento da Revisão Geral (RGA) e a valorização dos servidores públicos. “Não se trata de nenhum demérito. É uma questão de redação. E se o gestor atual não conseguiu cumprir o que havia prometido, é uma necessidade do povo, vai constar no Plano de Governo”, Emanuel Pinheiro (MDB).

A coordenação da campanha a reeleição de Mauro apontou que 23 compromissos protocolados na Justiça Eleitoral em 2018 pelo então candidato e atual governador Mauro Mendes (UB) foram plagiados, na íntegra, pela candidata de oposição Márcia Pinheiro (PV), em seu Plano de Governo das eleições de 2022.
No total, 71 propostas de Mauro em 2018 foram alvo de “inspiração” para a primeira-dama de Cuiabá, sendo 23 integralmente copiadas. De acordo com Emanuel, “o fato de serem propostas idênticas ou semelhantes deve-se, exclusivamente, a inoperância da atual gestão que não cumpre o que promete. E, logicamente, o debate deve ser retomado. Se é uma necessidade da população, o assunto retornará a pauta”, asseverou.

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Quanto à entrega do novo hospital municipal de Cuiabá , o coordenador lembra que foi a gestão Emanuel Pinheiro quem finalizou e entregou à população de todo estado o maior e mais moderno hospital de Cuiabá, obra que foi prometida pelo então prefeito Mauro Mendes e que não foi entregue.

Hoje, em razão da desassistência da saúde no interior do Estado, o novo pronto-socorro é a referência a milhares de moradores de Mato Grosso e a citação à construção, descrita no Plano de Governo, trata-se de um erro da equipe redatora e será devidamente corrigido.

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