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Mesmo filiada, Tigresa tem candidatura barrada e ataca Barranco

A jovem pediu que o presidente do diretório venha a público e comente o caso. Ela afirmou que ja milita por Lula há anos.

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POLÍTICA

A atriz pornô diz que Barranco age como se tivesse "comprado o PT"

Apesar de ter aceitado, por força legal, a refiliação da atriz pornô, Ester Caroline Pessatto, a “Tigresa Vip”, o PT não incluiu a jovem na lista de pré-candidatos a deputados estaduais, durante o encontro realizado no último domingo (29) pela sigla para encaminhar questões referentes ao pleito 2022.

Tigresa, novamente, se revoltou com a direção estadual do partido e criticou publicamente o presidente estadual do partido, deputado Valdir Barranco (PT), que buscará reeleição exatamente ao mesmo cargo que Ester gostaria de concorrer. Para ela, o parlamentar age como se tivesse “comprado” o PT.

“O partido está me cortando. Acho que o Barranco tem que ter cara para ir na mídia e falar que o PT de Mato Grosso não quer a Tigresa Vip (…) Parece que o Barranco comprou o PT de Mato Grosso. Em minha opinião, ele está trazendo um desgaste desnecessário ao partido”, acrescentou.

Ester tem travado uma verdadeira batalha para conseguir se candidatar pelo PT nas eleições deste ano. Em abril, se filiou de forma online na sigla e chegou a ser anunciada como pré-candidata à Assembleia Legislativa, mas foi rifada semanas depois.

Na ocasião, Barranco apontou supostos vícios na filiação da atriz, o que gerou a suspensão do seu nome dos quadros do partido. Na sequência, foi vazado um áudio da deputada federal Rosa Neide (PT) condenando as intenções da atriz de sair candidata pelo partido, afirmando que não queria ser motivo de “chacota”.

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Rosa afirmou que acionária até a direção nacional do partido, comandado por Gleisi Hoffmann (PT) “antes que fosse tarde demais”. Ester conseguiu reverter a situação da sua filiação após apelar para a Justiça. A decisão, em caráter liminar, no entanto, não garantia a candidatura da moça, que sequer foi chamada para a reunião que praticamente fechou a chapa que irá às urnas.

“Não me chamaram [para o Encontro de Tática], está difícil para mim. Já liguei para o Barranco, mas ele não me atende. Eu não desanimei, mas o partido está me cortando”, reclamou a atriz.

Fã declarada do ex-presidente Lula, que este ano tenta retornar ao Palácio do Planalto, Ester afirmou que não deixará de fazer campanha para o petista e disse que irá continuar lutando para ingressar na política.

Ela discordou daqueles que justificam a negativa de sua candidatura com o argumento de que ela precisa militar dentro do partido e construir o caminho para uma candidatura.

“Militar dentro do partido? Já faz mais de cinco anos que estou na luta, com vídeos nas redes sociais. Posso provar que mesmo não filiada, venho militando pelo presidente Lula. [Ser filiada] seria só mais uma formalidade”, afirmou.

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“Tem pessoas que estão no partido, filiados há muitos anos, que não tem coragem de dar a cara na internet para pedir voto para o Lula e criticando o [Jair] Bolsonaro, como eu já fiz muitas vezes”, cutucou.

“Tenho vídeos com 24 milhões de visualizações defendendo o [Fernando] Haddad, os eleitores do Lula. Eu defendo o PT, sempre defendi. Mas tudo tem limites”, reclamou.

Questionada se estaria disposta a tentar novamente se candidatar nas eleições municipais de 2024, caso não reverta a situação no partido para disputar este ano, ela afirmou ser difícil.

“Se não aceitarem agora, não vão aceitar em 2024, mas o sonho continua. O tempo passa para todos”, disse.

Chapas do PT

O PT realizou o Encontro de Tática no domingo (29), quando chancelou as inscrições de 13 pré-candidatos a deputados estaduais e 9 nomes para a Câmara Federal. Isso não seria fator impeditivo, porém, para que a Executiva inclua nomes na lista.

A sigla ainda homologou os nomes do sindicalista e professor da Unemat, Domingos Sávio Garcia, ao Governo do Estado, e da professora Enelinda Scalla para o Senado.

Agora, os nomes serão levados para a reunião da federação firmada com o PV e PCdoB, a fim de definir os nomes que serão efetivamente lançados pelo grupo nas urnas deste ano.

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VEJA aponta Bolsonaro 15 pontos à frente de Lula em MT

Segundo média de pesquisas publicadas, o atual mandatário crava 47,7% da preferência no estado e o ex-presidente petista surge com 32,6%.

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Em nenhum outro estado analisado o presidente tem o índice de aprovação popular mais alto que Mato Grosso. A diferença em relação a Lula, porém, é maior no Acre

Levantamento da empresa de consultoria Vector Research, publicado no site da revista Veja, nesta semana, confirma o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), absoluto em Mato Grosso.

O levantamento traçou um paralelo direto entre Bolsonaro e Lula (PT), seu principal adversário e com quem deve, de fato, disputar diretamente o maior cargo do país nas urnas, em 2022.

Os números confirmam a liderança bolsonaristas em Mato Grosso com 15 pontos percentuais de frente, com o atual mandatário cravando 47,7% da preferência e o ex-presidente petista surgindo com 32,6%.

Cenário geral

Embora em solo mato-grossense o índice de apoio bolsonarista seja o maior registrado, do ponto de vista de vantagem direta sobre Lula, ou seja, de diferença entre um e outro, o estado mais bolsonarista é o Acre.

Por lá, são mais de 18 pontos de frente do atual presidente. Enquanto Bolsonaro chega a ter 47,4% das intenções de voto, Lula surge com 29,1%.

Diferença similar ocorre, também, em Santa Catarina, onde Bolsonaro supera Lula por 45,1% a 29%. A liderança se mantém acima do patamar de 40% em Goiás, com 42,4% contra 32,1% do petista..

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O MAIS PETISTA

Do outro lado dos números, o Piauí é onde Lula (PT) tem a maior vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), com mais de 46 pontos de diferença.

O ex-presidente tem 64,2% de preferência entre os eleitores do estado nordestino, enquanto o presidente que busca a reeleição marca 17,3%.

Apanhado geral

O mapa da disputa presidencial nos estados foi montado pela Vector Research a partir de uma análise média com pesquisas de 15 institutos, realizadas entre os dias 6 de maio e 29 de junho em 24 estados (exceto Amapá e Rondônia) e no Distrito Federal.

A empresa preferiu restringir a análise à dupla de atuais líderes nas sondagens.

Veja abaixo os índices comparativos entre os principais candidatos à Presidência da República por estado:

 

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